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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Editora Paulus adultera o anúncio natalino com elementos pagãos alheios à fé cristã em "O Domingo" e na "Liturgia Diária" do Natal


Os fiéis que assistirão a Santa Missa neste Domingo de Natal terão a infelicidade de contemplar mais uma travessura da editora Paulus. A editora que tem o prazer de destruir o rito romano com seus folhetinhos litúrgicos, desta vez grita sua guinada vexaminosa a apostasia.

A edição de “O Domingo” e da “Liturgia diária” (pag 80) do dia 25/12/2016 traz uma surpresa ao anuncio do Natal. O piedoso anuncio da Igreja foi substituído, ou nas palavras da editora “inculturado”. A voz da mãe Igreja é substituída pelo diálogo ecumênico, e ora vejam, desta vez o aniversariante receberá as felicitações natalícias do capeta. Quantas coisas o capeta teria a dizer a Jesus, não é mesmo? Que cena comovente! Trata-se de uma piada que arrancará belas gargalhadas do seu público desde o inferno. Sem dizer com que autoridade faz isso, a editora introduz um texto novo ao anúncio de Natal. Trata-se de uma fraude, evidentemente. O texto diz insanidades a olhos nus, mas gostaria de destacar a parte mais esdruxula:

“Seiscentos anos depois que o Espírito de Deus / Revelava o brilho do seu esplendor na China a Lao-Tsé; Na Índia, a Buda, o Iluminado; e, no ocidente, inspirava a sabedoria grega.”


O texto é extraído da canção “Cristo, clarão do pai”, da Paulus.  Ora, ora, pois, pois. Quer dizer que o Espírito Santo inspira Buda e Lao-Tsé? Segundo o folheto O Domingo, sim. Caberia perguntar o porque este mesmo “espírito” não inspira vocês a tomarem seus rumos e irem para bem longe da estrutura católica. Não digo da Igreja, pois desta é evidente que já estão. Vão ser felizes bem longe da Igreja. Parem de por minhoca na cabeça do povo ignorante!

É evidente que esta tragédia toma ares de autoridade devido à aquele vídeo escandaloso do ecumenismo produzido pelo Vaticano, mas isto é um blefe. Neste momento, as múmias do relativismo estão com suas placas doces babando de ódio e dizendo: “Não julgueis”.  Muito bem, me respondam como que vocês podem pedir que eu não julgue se me julgam por julgar? Hipócritas.


Outro assinante, recebeu semelhante resposta:


Segundo o blog Instituto Bento XVI, a editora quando indagada sobre o conteúdo pelo padre Nildo Leal, se justificou: "é uma composição do renomado teólogo biblista católico Marcelo Barros, monge benedito, o qual se baseou no texto original do precônio de Natal e o inculturou”. Entendi. Busquei saber quem era o super-hiper-mega-master-blaster que escreveu tão fabuloso texto, afinal, a Paulus deve achá-lo alguém de confiança. O encontrei no Facebook. Que tragédia! Um monge comunista, defensor do Jean Wyllys e do MST. Mas uma joia recomenda outro e bingo: Vi que o Leonardo Boff o indicara fortemente. Assisti uma entrevista dele ao Jô Soares, onde ele elogia Dom Helder por ter permitido que uma prostituta se entregasse a um presidiário, de graça, digamos que por caridade. Que lindo! 


É esse o cuidado desta editora para com as almas! Lamentável.



Como se vê, o responsável pela desastrosa tradução publicada pela editora Paulus, foi o pseudo monge Marcelo Barros, fanático pela teologia da libertação e pelo sincretismo religioso. Entre os muitos absurdos cometidos por ele está o de se vangloriar de manter uma mãe de santo como ministra extraordinária da comunhão no mosteiro onde mora. Agora fica a pergunta: De onde saem tantos hereges na igreja do Brasil e principalmente por que gozam de tanto prestígio e autoridade enquanto os bispos e padres fieis estão fadados à perseguição e ao ostracismo?

Dom Henrique Soares, bispo famoso por sua ortodoxia, declarou no Facebook:

Lamentável que a Liturgia no Brasil continue sendo sequestrada por “liturgistas” que se acham no direito de inventar pantomimas que nada têm a ver com o rito romano e a liturgia no seu sentido autêntico! O folheto O Domingo traz um aberrante anúncio de Natal, que mete arbitrariamente elementos estranhos ao texto original… Elementos de elaboração teológica discutível… O livreto das Edições da CNBB propõe arbitrariamente para a Missa da Noite do Natal que esteja na igreja o Círio Pascal! Nada disso é legítimo! É invenção! O Povo de Deus não precisa dessas arbitrariedades para bem celebrar o Mistério! Este pessoal tem que compreender que não cabe a qualquer um inventar modinhas litúrgicas! Lamentável! Depois se reclama das reações exageradas do lado oposto…

Aliás, falando em Dom Henrique, citamos abaixo um artigo, no qual ele denuncia o perigo que representa para a Igreja no Brasil o tal "liturgista" da Paulus, Marcelo de Barros:

O Sucessor de Boff 

Gravem bem este nome: Marcelo Barros. Trata-se de um monge beneditino que não pertence à Congregação Beneditina do Brasil e há algum tempo faz declarações polêmicas no seio da Igreja em terras brasileiras. Há dois anos, criticou dura e amargamente a Declaração Dominus Iesus, aprovada pelo Papa João Paulo II. Esta declaração afirma a fé católica: que Cristo é o único Salvador e a Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica. Esta sempre foi e será a doutrina da Igreja. Mas, incomoda hoje a muita gente que gostaria de dizer que tanto faz ser cristão como seguir outra religião e tanto faz ser católico como não ser...

Agora, o monge Marcelo Barros escreveu uma carta aberta ao Papa João Paulo, criticando-o acidamente pela sua última encíclica sobre a Eucaristia. Primeiro faz à Encíclica algumas acusações descabidas e distorcidas, com o verniz de quem quer fazer-se passar por grande teólogo... Depois, mostra candidamente que o seu modo de compreender a missa, o ecumenismo e o ministério de Pedro já não é o mesmo de um fiel católico. Marcelo Barros, hoje, é mais sincretista que católico: confunde ecumenismo e diálogo inter-religioso com relativismo, irenismo e sincretismo.

Só para que o leitor compreenda o que se está afirmando aqui, vale a pena citar o final da carta aberta que o monge encrenqueiro manda ao Papa:

“Formado na teologia e espiritualidade do Concílio Vaticano II, reconheço o senhor como bispo de Roma e primaz da unidade entre as Igrejas mas não como um super-bispo ou definidor da fé das pessoas. Aceito o primado do papa como ministério querido por Deus, mas isso não inclui a nomeação dos bispos, nem a definição de um direito universal, ou um catecismo de doutrinas que todos os católicos do mundo devam crer. Por que impor a todas as Igrejas um modelo único de ministérios e uma única liturgia: a romana? Não estaria mais de acordo com a verdade da eucaristia promover a vida e a liberdade de todos? Seria o testemunho: cremos que, assim como as muitas espigas formam um só pão, Deus faz da diversidade das Igrejas e da variedade das celebrações, a unidade de uma só comunhão. Deixo ao senhor e aos irmãos que lerem estas linhas estas perguntas e fico orando por nossa Igreja para que seja como afirmaram, um dia, os bispos da América Latina: "uma Igreja autenticamente pobre, missionária e pascal, desligada de todo o poder temporal e corajosamente comprometida na libertação de todo o ser humano e de toda a humanidade (Medellin. 5, 15 a). O irmão Marcelo Barros”.

Apesar de chamar o Papa de “irmão João Paulo II” – que já não é muito apropriado para um católico sério: como recordava o grande teólogo do ecumenismo Jean-Marie Tillard, os apelativos de “Papa” e “Santo Padre” têm um sentido tão belo! – o tom da carta ao “Irmão Papa” é debochado e desrespeitoso, próprio de quem quer aparecer, fazendo sucesso e sendo estrela às custas da unidade da Igreja! Para gerar polêmica, ele mete no mesmo saco, em tom irônico e debochado o problema do celibato dos padres, da ordenação de mulheres, do sentido teológico da missa e da comunhão, do catecismo da Igreja... Ele deveria cantar com os pagodeiros do “Só pra contrariar”...

A missão do teólogo é refletir sistematicamente sobre a fé, fazendo-a compreensível ao homem de cada época e, por outro lado, interpelar a fé, fazendo-a ouvir e compreender as questões dos homens de cada tempo e lugar, de cada realidade concreta. Esta tarefa é árdua e muitas vezes conduz a tensões entre teólogos e pastores da Igreja. Até aí, nenhum problema... Mas um teólogo verdadeiramente católico faz este trabalho sem debochar do Papa e do Magistério, sem querer dar uma de Grande Mestre, a quem o Papa e a Igreja devem prestar contas. Marcelo Barros, pelo que parece, está querendo polêmica para fazer nome. Quer ser o Sucessor de Boff, em guerra contra o Sucessor de Pedro! Dá audiência, vende livro, faz sucesso, rende convites para conferências, atrai holofotes. Mas, cuidado! Os tempos são outros! Os católicos da América Latina e a grande maioria do clero não estão dispostos a seguir um profeta de si mesmo! Não mais! Já sofremos muito com divisões internas e inúteis na Igreja.

Gravem bem esse nome: Marcelo Barros. Quando ouvirem que a Santa Sé reclamou do que ele anda falando e o chamou para conversar, e os jornais - que adoram dividir a Igreja e fazer sensacionalismo às custas dos católicos – começarem a dizer que ele é perseguido e injustiçado, que ninguém vá na onda: ele estará somente colhendo o que plantou e recebendo o que merece. Foi ele mesmo quem, há dois anos, vangloriou-se de ter como ministra da comunhão no seu mosteiro uma mãe-de-santo; E achava isso a coisa mais linda e natural... e explicava o motivo: lá e cá é o mesmo Deus, lá e cá ela faz a mesma experiência religiosa... os seus dois “ministérios” se completam! Que lindo! E uma cabecinha dessas quer que o Papa engula e aceite tais aberrações!

A Igreja é a Casa da liberdade em Cristo, mas não é Casa da Noca. É espaço de diálogo, mas não de aventuras individuais. A comunhão leal e efetiva na mesma fé, na proclamação do Senhorio de Cristo como único Salvador, um respeito leal e criterioso ao magistério e aos legítimos pastores, a adesão sincera e convicta à fé católica, segundo a qual o Papa é Sucessor de Pedro e, como tal, Pastor supremo da Igreja, são pressupostos indispensáveis para um católico... ainda mais se se trata de um padre e de alguém que pretende ser teólogo católico.


Vale lembrar que não é de hoje que a editora Paulus utiliza de seus folhetos para realizar a revolução cultural dentro da Igreja. O histórico das famosas “orações da assembleia”, em geral, não são mais do que convulsões dos dinossauros da Teologia da Libertação.

Por isso, recomendamos que se você não quiser ficar refém destes abusos cometidos frequentemente seja no Semanário "O Domingo" ou na "Liturgia Diária" da Paulus, que cancele sua assinatura e migre para uma outra editora que transmita com fidelidade aquilo que é direito seu: a liturgia católica, pois além de cristão, você paga para receber uma assinatura com conteúdos de qualidade. Tal arbitrariedade profana, trará infelizmente e sem dúvida alguma, danos à liturgia do Santo Natal em muitas comunidades.

ESTE É O SOLENE ANÚNCIO OFICIAL DO NATAL, 
FEITO PELA IGREJA NA PRIMEIRA MISSA DA NOITE DE NATAL


“Transcorridos muitos séculos desde que Deus criou o mundo e fez o homem  à sua imagem; - séculos depois de haver cessado o dilúvio, quando o Altíssimo fez resplandecer o arco-íris, sinal de aliança e de paz; - vinte e um séculos depois do nascimento de Abraão, nosso pai; - treze séculos depois da saída de Israel do Egito, sob a guia de Moisés; - cerca de mil anos depois da unção de Davi, como rei de Israel; - na septuagésima quinta semana da profecia de Daniel; - na nonagésima quarta Olimpíada de Atenas; - no ano 752 da fundação de Roma; - no ano 538 do edito de Ciro, autorizando a volta do exílio e a reconstrução de Jerusalém; - no quadragésimo segundo ano do império de César Otaviano Augusto, enquanto reinava a paz sobre a terra, na sexta idade do mundo: JESUS CRISTO DEUS ETERNO E FILHO DO ETERNO PAI, querendo santificar o mundo com a sua vinda, foi concebido por obra do Espírito Santo e se fez homem; transcorridos nove meses, nasceu da Virgem Maria, em Belém de Judá. Eis o Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a natureza humana. Venham, adoremos o Salvador! Ele é Emanuel, Deus Conosco”.


Do folheto da Paulus, livrai-nos, Senhor.
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Com informações: Press / Instituto Bento XVI