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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

O "monstruoso” Trump derrotou a “bela” Hillary


O jornalista William Waack abriu seu programa “Globo News Painel” de 12/11/2016, cujo tema foi “Perspectivas dos Estados Unidos e do mundo com Donald Trump na Presidência”, dizendo-se perplexo com o resultado as eleições dos Estados Unidos, perguntando “o que teria havido com os eleitores norte-americanos” para elegerem o “monstro” Trump.

Citou duas possibilidades para Donald Trump:

A primeira e a melhor é que ele não cumpra o que prometeu a seus eleitores e adapte seu governo a coisas sensatamente possíveis.

A segunda seria o cumprimento das promessas absurdas, inaceitáveis, discriminatórias, fascistas, machistas, homofóbicas e islamofóbicas que fez na campanha eleitoral, cuja realização comprometeria a paz mundial.

Quer dizer, William torce para que Trump não cumpra o que prometeu a seus mais de 60 milhões de eleitores e faça um governo mais de acordo com o que prometeu Hillary Clinton aos eleitores dela!

É claro que toda a mídia esquerdista brasileira ficou horrorizada com a vitória de Trump, o que não é de estranhar e agora pintam o futuro apocalíptico do mundo com aquele “monstro” louco e fascista na Presidência da nação mais poderosa do planeta.

O que me deixa perplexo é que quase todos os jornalistas da direita brasileira também têm a mesma visão que a eleição de Trump é um desastre de proporções apocalípticas para todo o mundo.

Parece ter razão a jornalista Gioconda Brasil ao dizer que não havia cobertura jornalística das eleições norte-americanas, mas apenas torcida por Hillary Clinton.

Então os vitoriosos eleitores norte-americanos com a eleição de Trump e os milhões de seus apoiadores nas redes sociais de todo o mundo estão loucos e os jornalistas são os únicos que perceberam o grande equívoco que cometeram apoiando aquele “monstro” e sabem mais o que é melhor para os moradores dos Estados Unidos do que os próprios moradores.

Trump teve uma vitória acachapante no Colégio Eleitoral, com 306 votos contra 232 da adversária. No voto popular teve apenas uns 250 mil votos a menos que Hillary, num total de mais de 120 milhões de eleitores. Praticamente empatados. Fez campanha pelas regras eleitorais vigentes e nem deu muita importância à Califórnia, onde perderia de qualquer maneira, pois o estado é fortemente democrata e perdeu por diferença de mais de 4 milhões de votos.


E quais seriam as ameaças do “monstro”?

1. Prometeu combater a entrada ilegal de imigrantes nos Estados Unidos pela fronteira com o México, onde pretende substituir a cerca já existente, construída por Bill Clinton em 1994, por um muro menos vulnerável. O muro de Trump logo é equiparado ao muro de Berlim, sem distinguir que o primeiro é para a impedir a ENTRADA ilegal de pessoas e o segundo era para impedir a SAÍDA de cidadãos que não desejavam permanecer sob o jugo do regime comunista ditatorial da Alemanha oriental.
  
2. Prometeu revisar a situação dos milhões de imigrantes clandestinos, que entraram livremente durante o governo de Obama, expulsando os que tiverem antecedentes criminais ou forem apoiadores do terrorismo. Nunca disse ser contra imigrantes legais, mas apenas contra os clandestinos, que entram sem atenderem as normas do país.

3. Prometeu proteger os cidadãos contra o terrorismo, adotando um controle mais eficaz dos simpatizantes radicais do Islã, reduzindo a influência deles sobre os muçulmanos pacíficos. Reconhece realisticamente que praticamente todos os ataques terroristas são realizados por muçulmanos radicais, apoiados explícita ou implicitamente pelos muçulmanos “pacíficos”, influenciados pela doutrinação islâmica.

4. Prometeu cumprir a Constituição dos Estados Unidos e valorizar família, a propriedade, a liberdade, o empreendedorismo, o Cristianismo, as forças policiais e assim por diante.

5. Prometeu revisar ou cancelar os acordos internacionais celebrados por seu antecessor que forem considerados prejudiciais aos interesses dos trabalhadores norte-americanos.

6. Prometeu revisar ou cancelar o sistema de saúde criado por Obama conhecido como “Obamacare”, que está sobrecarregando a classe média baixa, sobretaxada, em favor de pessoas que não trabalham e têm o mesmo tratamento médico custeado pelo governo, com dinheiro dos contribuintes.

7. Prometeu aumentar o emprego nos Estados Unidos eliminando entraves burocráticos criados pelo governo para geração de empregos e reduzir impostos.

O que prometeu a não tão “bela” Hillary?

1.   Hillary prometeu remover todas a barreiras que dificultam a entrada de imigrantes ilegais, também chamados de “refugiados” e regularizar a situação de todos os clandestinos existentes nos Estados Unidos, praticamente sem restrições, sejam eles provenientes da América Latina, do Oriente Médio, da África ou de qualquer parte de mundo.

2.   Prometeu prover gratuitamente todas as necessidades dos moradores dos Estados Unidos, tantos dos que trabalham quanto dos demais, conforme prometera seu colega democrata, o comunista declarado, Bernie Sanders.

3.   Prometeu aumentar os impostos das empresas e das pessoas bem-sucedidas nos negócios, o que aumentará o êxodo de empresas para o exterior, reduzindo ainda mais os empregos para ao norte-americanos.

4.   Prometeu continuar as políticas nacionais e internacionais de Barack Obama e dar continuidade à política econômica, mesmo sabendo que os resultados não têm sido bons para a geração de empregos.

5.   Prometeu estreitar ainda mais as relações com os países muçulmanos, principalmente com aqueles da facção sunita, liderados pela Arábia Saudita, país do qual Hillary recebe centenas de milhões de dólares para a Fundação Clinton e para suas campanhas eleitorais.


Mesmo admitindo que os dois candidatos são ruins e não sou lá muito fã do Trump, acho que Hillary está muito comprometida com a comunidade muçulmana radical, como podemos também ver neste vídeo ou  neste outro vídeo  especialmente com os da Arábia Saudita, grande financiadora da Fundação Clinton, além de portar-se como antiamericana e anticristã, por isso acho que Trump foi o candidato “menos ruim”.  

Hillary é muito mentirosa e comporta-se como se estivesse acima da lei, até mesmo em assuntos relacionados à segurança nacional, por isso acho que é mais perigosa para os Estados Unidos e para todo o mundo ocidental. Veja aqui a posição sensata de Trump sobre terrorismo muçulmano.

Trump já foi chamado publicamente de palhaço, bufão, machista, extremista, opressor, misógino, charlatão, capitalista, violento, grosseiro, assediador, islamofóbico, abusado, homofóbico e outras dezenas de expressões depreciativas e nunca lhe deram o direito de sentir-se ofendido. Não foram “politicamente corretos” com ele. Nem por alguns expoentes de seu próprio partido político.

Acham que ele deve começar pedindo desculpas, assegurando que não tomará medidas prejudiciais a esses grupos. Alguns até expressam que ele devia abrir mão da Presidência para evitar convulsões sociais em face à grande rejeição às suas ideias. Dá a impressão que ele se elegeu de forma ilícita, por alguma manobra ilegal e não pelas mesmas regras que permitiram a eleição de seus antecessores Barack Hussein Obama. 

Não sei o que aconteceria se Trump tivesse perdido a eleição, mas tenho um forte sentimento que não haveria essa onda de violência dessas “minorias” perdedoras que estamos vendo acontecer em várias cidades norte-americanas, protestando contra o resultado de uma eleição que lhes foi desfavorável.

Também não acho que haverá represálias contra trabalhadores, como este empresário democrata está fazendo contra os empregados apoiadores de Trump, aos quais enviou comunicado pedindo que se demitam. Tampouco acho que haverá represálias ostensivas contra grupos adversários inconformados, que estão fazendo protestos. 

Várias postagens nas redes sociais, como aquele publicado no Twitter por uma tal de Monisha Rajesh, apregoando que "agora é o tempo para um assassinato presidencial" e outros na mesma linha.


Também não haverá jovens Cristãos explodindo-se em lugares públicos, assassinando inocentes e nem invadindo mesquitas para fuzilar centenas de muçulmanos, nem colocando fogo nelas.  Quanto muito haverá algumas pichações com frases ofensivas do tipo “go home”, “fuck you” e assemelhados.

Temos visto sempre jovens muçulmanos doutrinados explodindo-se em ruas movimentadas em várias cidades do mundo, igrejas e templos Cristãos sendo invadidos e incendiados, com padres e pastores sendo decapitados. Querem agora fazer-se de vítimas só porque a candidata que os apoiava e protegia perdeu?

Acho provável ocorrerem mais atentados terroristas de jihadistas muçulmanos agora com o pretexto de “vingar” seus irmãos submetidos à “opressão do tirano Cristão Donald Trump”, como senão houvesse tiranos no mundo deles. 

Líderes muçulmanos vão usar a vitória de Trump para reafirmar a necessidade dos norte-americanos entenderem que Lei Islâmica é superior à Constituição dos Estados Unidos e que os muçulmanos não devem mais serem submetidos a outras leis profanas.


Luigi B. Silvi
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Pensamundo