quinta-feira, 8 de março de 2018

O cerne do problema que envolve a CNBB


De tudo que se falou a respeito da CNBB e da Campanha da Fraternidade até agora, contra e a favor, o principal não foi sequer respondido e esclarecido minimamente.

Não podemos deixar que notas e manifestações, favoráveis ou contrárias, anestesiem o cerne do problema:

- Temas, termos e abordagens de ideologia de gênero na Via Sacra elaborada pela CNBB;

- O apelo desarmamentista da cartilha da CNBB, contrários ao ensino da Tradição católica;

- A própria ABONG em nota (26/02) admitiu "ter sido a responsável pela administração dos recursos recebidos" da Campanha da Fraternidade em nome da tal Plataforma;

- O que a CNBB tem a dizer sobre os repasses à ABONG e suas pautas contrárias ao ensino e fé da Igreja?

- Os repasses à Fundação Grupo Esquel, parceiro da ABONG, MST e Cáritas;

- As parcerias e os apoiadores da Cáritas que obviamente são contrários ao ensino e fé da Igreja, como Fundação Ford;

- O Cáritas está no Grupo Gestor do Fundo Nacional da Solidariedade. Tais parceiros e apoiadores influenciam nas decisões?

- O repasse, em 2013, de recursos da Campanha da Fraternidade a sindicatos de trabalhadores com dinheiro suado dos fiéis;

- Abusos litúrgicos cometidos no 14° Intereclesial em Londrina;

- Extrema e patente politização do 14° Interclesial;

- A patente abertura de assessores da CNBB ao PT no Senado;

- A completa omissão da CNBB quanto à corrupção de partidos como PT, PP e PMDB e políticos envolvidos na Lava Jato;

- O documento do CONIC, intitulado HOSPILIDADE EUCARÍSTICA, que certamente coloca em dúvida pontos centrais da fé católica: continuidade do sacrifício, transubstanciação, ministério feminino, concelebração, etc.;

- Os tais 2.000.000 de reais da Campanha da Fraternidade Ecumênica do CONIC que até agora não foram explicados, cujo tesoureiro é membro da CNBB;

- A afronta ao sacerdócio católico pela concelebração com duas PASTORAS na 41ª Romaria da Terra, no Rio Grande do Sul.

As questões acima são o centro da discussão, e não a conduta dos fiéis ou a legitimidade e honra da CNBB. A ISSO TUDO é preciso responder.

Todo o resto é apenas dispersão e anestésico para arrefecer a indignação e manifestação dos fiéis.



Bernardo Pires Küster