sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Não se brinca com o espiritismo!



 
Entre os jogos clássicos que muitos rapazes experimentam, pelo menos uma vez na vida, está aquele da sessão espírita. Em muitos casos, é praticado quase como uma brincadeira, para tentar experimentar uma sutil transgressão ou para assustar algum amigo medroso.

Brincar com certas coisas, porém, significa brincar com fogo. O espiritismo, de fato, não pode ser considerado uma brincadeira. Algumas pessoas pensam que também o podem praticar de uma forma séria, em busca de um contato real com o mundo dos mortos.

É uma tendência que se conecta a um outro fenômeno, que é maior: o do ocultismo e do esoterismo. Com estas palavras, nós queremos dizer as coisas que deveriam ser conhecidas por um grupo seleto de pessoas: um tipo especial de magia, um ritual para a alegada evocação dos espíritos, os segredos para ler as cartas ou a mão.

Estamos, portanto, diante de algo misterioso, oculto, não acessível a todos. É por isso que, às vezes, algumas tendências podem ser usadas ​​para exercer um poder em relação àqueles que vivem um momento de dor, fraqueza ou dificuldade.

Vamos dar alguns exemplos: para conquistar um amor, a traição de um amigo, a perda de um emprego, um estado de depressão ou simplesmente a solidão daqueles que se mudaram para outra cidade e tem que começar uma nova vida.

Por trás da necessidade de praticar o espiritismo há muitas vezes uma enorme dor pela perda de um ente querido. Para preencher esta lacuna utiliza-se de vários caminhos: as clássicas sessões espíritas, as supostas gravações de "vozes" dos mortos ou fotografias de "entidades" misteriosas, e a "escrita", através da qual os mortos "ditariam" as palavras ou frases.

O risco mais grave é a instrumentalização da dor para tentar ganhar dinheiro explorando o momento de fraqueza de quem sofre a perda de um ente querido.

Na verdade, a maneira de superar esse sofrimento é a oração, o diálogo com Deus. Um Deus que nos ama e está presente onde quer que haja pessoas reunidas em seu nome.

Na simplicidade do Evangelho, podemos encontrar a resposta para todas as perguntas. E assim os nossos olhar poderá se dirigir com serenidade ao infinito. 
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Fonte: ZENIT

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