segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Em medida polêmica, corporação da Força Aérea dos Estados Unidos excluiu a palavra "Deus" de seu logotipo.

A correção do "Rapid Capabilities Office" foi de
"Fazendo a obra de Deus com o Dinheiro dos Outros" (foto à esquerda),
para "Fazendo milagres com o Dinheiro dos Outros" (foto à direita).

O logotipo do RCO (Escritório de Capacidades Rápidas) exibia uma frase em latim com os dizeres “fazendo a obra de Deus com o auxílio financeiro do povo”, que teve que ser mudada para “fazendo milagres com o auxílio financeiro do povo”, após determinação da MAAFA (Associação de Militares Ateus e Livres-pensadores).

Em protesto contra a decisão, um grupo de republicanos então decidiu se reunir e se manifestou publicamente através de uma carta orientando sobre o perigo que abririam através da mudança no logotipo, ao menosprezar a liberdade religiosa.

O congressista Randy Forbes, que lidera o movimento também se expressou diretamente contra a remoção da palavra “Deus”, destacando que a decisão da Força Aérea é uma das “mais chocantes” que já viu.

“A Força Aérea está tomando um tom que desnecessário contra o uso da palavra ‘Deus’. É uma ponte longa demais entre os direitos de homens e mulheres que servem aos serviços militares e sua capacidade de expressar sua fé”, observa Forbes.


O caso da Força Aérea é apenas um entre vários outros embates que tem ocorrido entre ateus e cristãos nos Estados Unidos, por conta de solicitações de grupos ateístas para a retirada da palavra “Deus” ou outras referências religiosas de manifestações públicas, em nome da separação entre Estado e religião.

Embora diversos grupos se esforcem para marcar sua presença contra a liberdade religiosa, o jurista Geoffrey Surtees, advogado do Centro Americano para Lei e Justiça, acredita que a investida dos grupos ateus “faz parte de uma guerra que não será fácil de ser vencida, segundo sua análise.


“A história e as tradições do nosso país são muito fortes, e eu acho que, para estes grupos, não há como prevalecer sobre esta base”, disse o advogado norte-americano ao The Christian Post.
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Disponível em: Central Católica 

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