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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A mão do demônio sobre uma mulher grávida prestes a dar à luz


Muitos anos atrás, um amigo me contou que havia no bairro da Mooca, em São Paulo, um famoso exorcista: o padre Miguel Pedroso. Resolvi conhecê-lo.


Encontrei a pequena capela, hoje paróquia, e lá assisti à Santa Missa. Confesso que a figura do padre me impressionou: sua aparência calma, seu semblante tranquilo, suas palavras apostólicas de uma mansidão que jamais havíamos presenciado. Todo o seu sermão foi sobre as mensagens de Fátima e um convite à conversão.


Após a Santa Missa, as pessoas faziam filas para ser abençoadas pelo padre Miguel Pedroso, que, pacientemente, dava a bênção a cada um. Eu também entrei na fila.

Vi depois duas senhoras arrumando a igreja e fui conversar com uma delas, que me convidou a assistir a “palavrinha” que o padre Miguel estava dirigindo a um grupo de jovens numa casa ao lado da igreja. Ainda peguei o final da conversa, que relato resumidamente. 

Dizia o padre:

Estava em minha paróquia quando vieram umas pessoas me procurar para exorcizar uma mulher grávida, que estava no hospital e assustava até os médicos. Imediatamente me arrumei e fui com a família até o local.

No caminho, eles me contaram que ela havia frequentado um centro espírita e, depois disso, jamais tinha tido sossego: brigas em família, desajustes com os filhos, o marido perdera o emprego…

Chegando ao hospital, fui sem demora ao quarto onde a grávida estava, já quase a ponto de dar à luz. Ao me ver, ela começou a se contorcer e a dar urros misturados com choro e gritos.

Coloquei minha estola e, com a cruz nas mãos, iniciei as orações de exorcismo. Ao colocar minha mão sobre a sua cabeça, ela gritou com voz gutural:

– Tire a sua mão, pois ela é minha…

– Deixe esta criatura de Deus em paz – respondi.

Ela se contorcia toda na cama, com a face esbranquiçada e olhos de ódio:

– Eu, legião, a quero! Se não puder levá-la, vou levar o que ela tem no ventre.
Minha única resposta só podia ser esta:

– Você não pode levar a criança. Ela é uma criatura de Deus e a Deus pertence.

E continuei com minhas orações, ordenando que o espírito maligno deixasse a mulher. Foi quando, cuspindo na minha face, o demônio deu uma gargalhada estrondosa e urrou:

– Não saio dela enquanto minha mão estiver nela!

Estranha essa afirmação. Ordenei então:

– Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, deixe essa criatura! Você é um espírito e não tem mão.

O demônio dava gargalhadas e se contorcia de todos os lados.

Ocorre que, nessas contorções, com a blusa da mulher um pouco aberta, eu vi uma corrente em seu pescoço. E nessa corrente havia uma figa pendurada.

Pedi que imediatamente retirassem a figa daquela mulher. Tão logo a retiraram, o demônio a deixou.

Essa era a mão do demônio.

Amar a Deus sobre todas as coisas significa também repudiar toda espécie de superstição.

Todos ficaram aliviados e a mulher pôde fazer o seu parto normalmente.
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Aleteia / Almas Castelos