sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Catedrático expressa preocupação por mudanças no Instituto João Paulo II


No Pontifício Instituto Teológico João Paulo II, não havia apenas os cursos de Teologia Moral Fundamental, mas também uma Área de Pesquisa em Teologia Moral ativa desde 1990. Ainda não se sabe se esta área será incluída no novo instituto, mas se sabe que a Teologia Moral será “cortada”, gerando uma grande preocupação, adverte o professor Stephan Kampowski em uma entrevista.

Stephan Kampowski é professor de antropologia filosófica no Pontifício Instituto Teológico João Paulo II. Ao chegar a Roma como doutorando em 2000, uniu-se ao trabalho da Área de Pesquisa. Em três ocasiões, trabalhou como secretário organizador de um congresso ou colóquio. Desde que assumiu o cargo de professor do Instituto, foi convidado como palestrante em vários colóquios.

Além disso, o professor Kampowski escreveu, juntamente com os professores José Granados e Juan José Pérez Soba, o volume “Amoris laetitia. Acompanhar, discernir, integrar”. No renovado Pontifício Instituto Teológico João Paulo II, ensinará “Antropologia teológica do amor” e o curso complementar “Quem é o homem? Indivíduo, mulher e comunhão ”.

Entre os docentes, segundo as primeiras divulgações, estarão também o professor Granados, que lecionará “Teologia do sacramento e do matrimônio” e que, em recente entrevista ao Grupo ACI, lamentou a eliminação dos cursos de teologia moral; e o professor Pérez Soba, que ensinará “Pastoral do matrimônio e da família”. Mas também estarão o professor Gilberto Marengo, que publicou um estudo imponente sobre a gênese da Humanae Vitae, e o professor Maurizio Chiodi.

Enfim, no novo instituto estarão representados teólogos com orientações opostas; mas não estará mais o professor Livio Melina, que foi presidente do Instituto durante anos e que não foi considerado na nova estrutura. Além disso, desapareceu a cátedra de Teologia Moral Fundamental que ele lecionava.

Nesse sentido, em entrevista ao Grupo ACI, o professor Kampowski advertiu que a cátedra de Moral Fundamental era “a mais importante na mente do fundador do instituto, São João Paulo II”, tanto que “a confiou ao primeiro presidente do Instituto, Carlo Caffarra, depois criado cardeal e Arcebispo de Bolonha”.

Mas não é só isso, porque essa cátedra é tão importante que “uma das iniciativas mais frutíferas em termos de eventos públicos, publicações e repercussão internacional é a ‘Área Internacional de Pesquisa em Teologia Moral’”, nascida para estar dedicada à “teologia moral fundamental”, uma orientação que “manteve também depois da mudança de denominação há alguns anos”.

Segundo o professor Kampowski, “os resultados acadêmicos dessa área de pesquisa são extraordinários e visíveis para quem quiser ver”, como “o grande número de colóquios e conferências organizados; sua qualidade confiável, entre outras coisas, pela ampla origem internacional de renomados conferencistas convidados e pelo alto número de participantes qualificados ao longo dos anos; a quantidade e a qualidade das atas de conferências, monografias e teses de doutorado publicadas em seu contexto”.

Nesse sentido, explicou que uma área de pesquisa está destinada a “dar uma forma mais definida à missão de pesquisa de uma instituição” e os professores são incluídos em um “projeto comum”, o que faz com que “o trabalho deles tenda a ser mais frutífero, porque é beneficiado pelo intercâmbio com colegas e pelas hipóteses norteadoras que são formuladas no contexto”.

Os temas das teses também “não são escolhidos aleatoriamente, mas se incluem em um marco mais amplo, no qual cada estudante de doutorado desenvolve um aspecto particular de um tema mais amplo que seria muito grande para uma pessoa desenvolver”. Enquanto isso, acrescenta Kampowski, “os colóquios e as conferências seguem diretrizes e servem para desenvolver essas teses”.

Em conclusão, uma área de pesquisa institucionaliza a missão de um instituto acadêmico, “tornando o estudo mais proveitoso”.

Recordou que a área de estudo foi estabelecida pelo então presidente do Instituto, Angelo Scola, que mais tarde foi criado Cardeal e Arcebispo de Milão, em 1997, e foi liderada por Livio Melina até 2013, que foi substituído por Pérez Soba.

Sobre o motivo da fundação desta cátedra, o professor Kampowski indicou que foi a publicação da encíclica Veritatis esplendor de São João Paulo II, “que é dedicada à moral fundamental e procura responder à crise da teologia moral após o Concílio Vaticano II”.

“Uma crise que, em última análise, não passou de uma consequência extrema do enfoque casuístico adotado após o Concílio de Trento. A casuística é uma forma centrada no ato de lidar com a moralidade que não olha a vida da pessoa como um todo”, assinalou.

Algo que leva ao “voluntarismo, que considera as normas morais como imposições de um bem superior sobre o inferior”.

Mas, assinala o professor Kampowski, a Veritatis splendor muda o paradigma, ressalta que a moral se refere à plenitude da vida e que “uma norma moral é a expressão da verdade sobre o bem e, em particular, sobre o bem da pessoa e sobre a verdadeira realização da pessoa humana” e, portanto, existe “uma relação íntima entre verdade e liberdade”.

A encíclica também enfatiza que “o centro da moral cristã é encontrado através do encontro com Cristo”, afirmando que “a fé não é extrínseca à moral”.

Cristãos vivem Dia Mundial de Oração pelo cuidado da Criação


Mais de um mês para abraçar ecumenicamente e trabalhar para proteger a Criação, ameaçada pelo próprio homem. Mais uma vez este ano se renova "O tempo da Criação", durante o qual os cristãos do mundo inteiro se unem em oração e ação para cuidar da casa comum. É um comitê diretivo ecumênico que sugere todos ao anos um tema para a celebração. O tema para 2019 é: "A rede da vida". A perda de espécies, de fato, está acelerando: um relatório recente das Nações Unidas estima que o estilo de vida atual ameaça extinguir um milhão de espécies.

Apelo do Papa pela Amazônia: acabar com os incêndios o mais rápido possível

Em uma carta, o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral convida os bispos católicos a aderirem à iniciativa ecumênica. O documento, que tem a data de 23 de maio, Dia Mundial da Biodiversidade, foi distribuído por ocasião do quarto aniversário da Carta Encíclica do Papa Francisco Laudato si', para encorajar os pastores a celebrarem este tempo, estendendo às comunidades católicas o convite do Dicastério vaticano, ao qual se uniram o Movimento Católico Mundial pelo Clima e a Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam). Este encorajamento torna-se ainda mais significativo em vista da Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a Região Pan-amazônica, de 6 a 27 de outubro, sobre o tema: "Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral".

A voz da família humana

Esta celebração teve início sob os auspícios da Igreja Ortodoxa e desde então tem sido acolhida por católicos, anglicanos, luteranos, evangélicos e outros membros da família cristã em todo o mundo. O site ecumênico SeasonOfCreation.org oferece subsídios e idéias para os cristãos participarem da celebração. Os eventos variam de encontros de adoração e oração à coleta de lixo, e pedidos de mudança política para limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius. Outras iniciativas previstas são: em Quezon City, Filipinas, o cardeal Luis Antonio Tagle, arcebispo de Manila, presidirá uma missa, depois da qual serão plantadas árvores trazidas de áreas indígenas para a cidade; em Altamira, voluntários da Amazônia brasileira organizarão um projeto florestal em um assentamento urbano; em Lukasa, Zâmbia, a Liga das Mulheres Católicas apresentará uma discussão sobre o meio ambiente na paróquia de São José Mukasa.

CNBB lança campanha de sensibilização e informação sobre o Sínodo para a Amazônia


A partir deste domingo, 1º de setembro, “Dia Mundial de oração pelo Cuidado da Criação” até o dia 5, “Dia da Amazônia”, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai desenvolver, em parceria com a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil), um conjunto de iniciativas de comunicação cujo objetivo é sensibilizar a Igreja e a sociedade sobre a importância do Sínodo para a Amazônia. As ações se desdobrarão no período que antecede e durante a realização da Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-amazônica.

Integram a campanha, um conjunto de ações – vídeo depoimento de bispos e lideranças da Igreja, vídeos Voz da Amazônia, entre outros. O material produzido em parceria com a Comissão Episcopal Especial para a Amazônia e a Rede Eclesial Pan-Amazônica, a REPAM-Brasil, vai estar disponível nos sites e nas redes sociais da CNBB e da REPAM-Brasil. As TVs de inspiração católicas também foram convidadas a produzir conteúdo próprio e a disseminar os conteúdos produzidos sobre o Sínodo pela Repam, especialmente a série Voz da Amazônia.

O arcebispo de Belo Horizonte e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo explica que Conferência decidiu apoiar iniciativas de comunicação que sensibilizem a Igreja e a sociedade para a proposta do sínodo. “A Conferência deve acompanhar a partir de agora o caminho sinodal com uma programação e um planejamento de comunicação para abrir mais o coração da nossa própria Igreja e também repercutir estas informações no coração da sociedade”.

Dom Walmor ressalta ainda que a intenção da Igreja não é apenas realizar um evento, mas dar passos novos, o que incentiva a entidade a se envolver nas ações que superem ou tratam de forma adequada os vários ruídos que se têm apresentado em relação ao Sínodo, bem como as suas incompreensões.

Segundo presidente da CNBB desejo é que haja “uma repercussão muito boa e importante de tudo aquilo que se trata e se tratará durante o Sínodo e daquilo que virá na exortação pós-sinodal.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Canadá: Cerca de 200 católicos rezam o Terço em desagravo por missa negra satânica


Cerca de 200 católicos participaram de uma vigília de oração com a oração do Santo Terço nos arredores de um clube de heavy metal no centro de Ottawa, capital do Canadá, durante a realização de uma missa negra satânica.

O ato blasfemo foi organizado pelo Templo Satânico de Ottawa, em 17 de agosto, na casa noturna The Koven, que contou com a participação de cerca de 50 pessoas.

‘BC Catholic’, o jornal oficial da Arquidiocese de Vancouver, informou que, enquanto o evento estava acontecendo, um grupo de católicos participou de uma Missa de reparação e, depois, de uma jornada de adoração na Basílica Catedral de Nossa Senhora (conhecida em inglês como Notre-Dame Cathedral Basilica). Ao mesmo tempo, 200 pessoas ficaram do outro lado da rua e cercaram a quadra da casa noturna para dar início à vigília.

A Missa de reparação foi celebrada pelo Arcebispo de Ottawa, Dom Terrence Prendergast, acompanhado pelo Bispo Auxiliar, Dom Christian Riesbeck, e por vários sacerdotes. Informou-se que várias paróquias em Ottawa também celebraram Missas e jornadas de adoração em reparação.

Durante a Missa de desagravo, Dom Prendergast explicou que, “embora Cristo tenha vencido a batalha definitiva contra o pecado e o mal, ainda estamos envolvidos nas operações de limpeza. Ainda há lutas e surtos de violência contra a Noiva de Cristo, a Igreja”.

“É um combate que está acontecendo em nossa cidade de Ottawa nestes dias, simbolizada pela alteração satânica das verdades de nossa fé nesta noite, quando cerca de 50 pessoas renunciam a Deus e escolhem Satanás como o símbolo para guiar sua incredulidade e rebeldia de espírito. Rezamos por eles e hoje reparamos as blasfêmias pronunciadas contra Deus”, disse o Prelado.

Ordenam primeiros bispos após acordo entre China e Santa Sé


Dom Antonio Yao Shun, de 54 anos, foi o primeiro bispo nomeado na China após o acordo entre a Santa Sé e Pequim. Será titular da Diocese de Jining, também conhecida como Ulanqab, localizada na região chinesa da Mongólia Interior.

Segundo informa ‘Asia News’, a cerimônia de consagração foi realizada na Catedral de Jining e foi presidida por Dom Paolo Meng Qinglu, Bispo de Hohhot (Mongólia Interior).

Também concelebraram Dom Mattia Du Jiang, da Diocese de Bameng (Mongólia Interior); Dom Giuseppe Li Jing, Bispo da região de Ningxia; e Dom Paolo Meng Ningyou, da Diocese de Shanxi.

Além disso, cerca de 120 sacerdotes participaram, muitos dos quais pertencem à Diocese de Jining, embora sirvam em outras dioceses da China.

O lema escolhido pelo novo bispo é “Misericordes sicut pater”, ou seja, “misericordiosos como o Pai”, que foi o lema escolhido para o Jubileu do ano 2015-2016.

 Dom Yao explicou que espera que "as Escrituras nos inspirem a ter mais sabedoria e que os Sacramentos nos nutram para a vida".

Segundo ‘Asia News’, esta é a primeira ordenação episcopal após o acordo provisório entre a Santa Sé e a China, anunciado em 22 de setembro de 2018. Este está relacionado com nomeação de bispos, mas os demais termos do acordo não foram divulgados.

Vários especialistas asseguram que, com este acordo, a China reconhece que, para ser consagrado bispo, é necessário ser nomeado pelo Papa.

Nesse sentido, essa ordenação poderia ser o resultado desse acordo, embora tanto os Bispos como os fiéis da China considerem que a nomeação de Dom Yao foi decidida pelo Papa antes da ratificação do acordo.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Bento XVI responde às críticas contra a sua reflexão sobre os abusos sexuais


Em abril deste ano, o Papa Emérito Bento XVI publicou suas reflexões pessoais a respeito da crise dos abusos sexuais que abalaram a Igreja nas últimas décadas. No texto, ele descrevia o impacto da revolução sexual e, em paralelo, o colapso da teologia moral na década de 1960. Bento complementava afirmando a necessidade de buscar o caminho na “obediência e amor a nosso Senhor Jesus Cristo”.

Críticas retumbantes proliferaram então contra o texto do Papa Emérito, especialmente em seu país natal, a Alemanha.

Foi a essas críticas que Bento respondeu nesta semana, após avaliá-las com tempo adequado.

Ele considera que grande parte dessas reações à sua reflexão acaba confirmando a própria tese central do seu escrito: que o núcleo da crise é composto, realmente, por apostasia e afastamento da fé – tanto é que a maioria das críticas nem sequer menciona Deus.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

"A Amazônia pertence à Terra, é um bem comum universal", diz Leonardo Boff


No meio da guerra midiática envolvendo a Amazônia, que esta semana ganhou o apoio de celebridades "experts" em proteção ambiental e variações climáticas, uma voz chamou atenção por refletir com precisão qual é a ideologia por trás dos ataques ao governo brasileiro, no tocante à administração do seu território florestal: Leonardo Boff.

Considerado por muitos um dos principais expoentes da chamada "Teologia da Libertação", vertente teológica latino-americana que interpreta a Bíblia Sagrada sob às lentes da ideologia comunista-socialista, Leonardo Boff fez a seguinte declaração em sua conta oficial no Twitter, na quinta-feira (22):

"A Amazônia pertente à Terra, é um bem comum universal. O Brasil é apenas o seu administrador e está fazendo muito mal, indiferente ao holocausto amazônico por fogo", disse o teólogo, autor de várias obras, aclamado pela esquerda política mundial e uma das principais referências da ex-candidata à presidência da República, Marina Silva.

Leonardo Boff ecoou a convocação do presidente francês, Emmanuel Macron, para uma reunião de emergência das sete maiores economias do mundo, o G7, para tratar dos incêndios na Amazônia, a qual ele chamou de "nossa casa". O teólogo disse que "os G7 deveriam fazer uma representação ao Tribunal em Genebra sobre os crimes como (sic) a Humanidade".

terça-feira, 20 de agosto de 2019

A resposta para todas as perguntas




Meu caro Leitor, permita-me partilhar com você alguns pensamentos que brotam do meu coração nestes dias.

Realmente, o modo de agir de Deus nos surpreende totalmente: primeiro, Ele Se revela Se escondendo. É assim na criação, é assim na história, é assim na Igreja, é assim na vida de cada um de nós...

Depois, vem a nós de modo pessoal, concreto, visível, palpável, no Seu Filho, o Amado. Mas, Jesus nosso Senhor, ao revelar-Se nos desconcerta, Se esconde, em certo sentido, porque nos cega o entendimento!

Como assim? - pergunta-me você.

Não é Se esconder, não é dar um nó no nosso juízo revelar-Se frágil, pobre, derrotado numa cruz, incapaz de salvar-Se? Vimo-Lo sofredor, vimo-Lo homem de dores, vimo-Lo cravado na Cruz, vimo-Lo morto, deixamo-Lo, cadáver, no túmulo... Mas vivo, ressuscitado, glorioso, triunfante, não O vimos diretamente, não O tocamos em primeira mão!

– Senhor, por que é sempre assim? Por que és como a água: quando vamos prender-Te em nossas mãos, Tu nos escapas e exiges que creiamos? Deixas rastros, atrás de Ti deixar marcas, sinais... Mas, és assim: revela-Te escondendo-Te, dá-Te retendo-Te para Te dares plenamente somente na Glória final!

Eis por que o Apóstolo não hesita em afirmar já há dois mil anos o que hoje sentimos tão forte (cf. 1Cor 1,22-25): “Os judeus pedem sinais, os gregos procuram sabedoria; nós, porém, pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e insensatez para os pagãos”.

O sinal que Deus apresenta para Israel, o remédio que Deus preparou para curar a violação da Lei é o Seu Filho crucificado, morto e ressuscitado! E mais: a explicação, a resposta que Deus continua a contrapor à humana soberba, à uma razão que pensa que se basta a si mesma, é o Filho, que somente pode ser visto agora e agora apreendido na fé, por quem dobra os joelhos e cala o coração!

Meu Leitor paciente e amigo, olhemos para nós, o novo Povo de Deus, Igreja santa, Mãe católica, o Povo nascido da Morte e Ressurreição de Cristo. Não somos mais obrigados a cumprir os detalhados preceitos da Lei de Moisés, mas somos convidados a olhar o Crucificado, cujo corpo macerado é o lugar do perdão e do encontro com Deus, o lugar da nova e eterna Aliança... Olhando o Crucificado, ouçamos, mais uma vez, como Israel: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair da casa da escravidão, da miséria do pecado e da morte, da escuridão de uma vida sem sentido! Eu te dei o Meu Filho amado! Não terás outros deuses diante de Mim!”

Compreende, Irmão? Os preceitos do Antigo Testamento passaram; não, porém, a exigência de um coração todo de Deus, um coração que O ame, um coração sem divisão! E, para nós, a exigência é ainda maior, porque Israel não tinha ainda visto até onde iria o amor de Deus; quanto a nós, sabemos: “Deus amou tanto o mundo que entregou o Seu Filho para que todo aquele que Nele crê não pereça, mas tenha a Vida eterna” (Jo 3,16).