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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Nossa Senhora não é Iemanjá.


É lamentável que muitas pessoas, dizendo-se devotas de Nossa Senhora dos Navegantes, participem de outras festividades pagãs comemoradas na mesma data, oferecendo tributos e homenagens a uma tal "rainha do mar", a "Iemanjá", a quem umbandistas e macumbeiros atribuem nominalmente tratar-se de Nossa Senhora, numa variação da devoção afro-brasileira.

Prática terrível e blasfematória não é só estabelecer-e na praia para jogar flores a Iemanjá, mas principalmente querer comparar esta figura a Nossa Senhora, Mãe de Deus e Mãe dos homens. Nossa Senhora nunca pediu nenhum tipo de oferenda como, por exemplo: perfumes, melancias, bandejas recheadas de doces , barcos, pentes, espelhos e outras barbaridades, nem sacrifícios de animais para conseguir isso ou aquilo. Isso quem pede, com toda a certeza, são os falsos deuses (demônios), que tanto as Sagradas Escrituras relatam, com seus rituais abomináveis.

Nossa Senhora em todas as suas aparições, sempre pediu e continua a pedir a oração do santo Rosário, a frequência às Santas Missas , leitura orante da Palavra de Deus, confissão mensal, se possível, e o jejum. 

Iemanjá é considerada uma deusa falsa e imaginária da cultura afro.  Na verdade é um demônio disfarçado de anjo de luz, ou quer tentar se passar por Nossa Senhora, coisa esta que o tal nunca conseguirá, é só olhar para as vestes de Iemanjá e ver que não tem nada haver com Maria a Mãe de Jesus! 

A grande ira do Maligno é esta mesmo: como não possui mãe, parece ter criado outra que, tentando passar-se por Nossa Senhora, busca seduzir e confundir os homens. Tudo na mais astuta sutileza, simplicidade; o convite para "brincar na praia", seja por superstição, devoção ou somente por farra, pode acarretar em consequência irremediável: A perdição eterna!

Quem é católico praticante ou procura encontrar a verdade, ouve os ensinamentos da Igreja e não se deixa seduzir por cultos ou crendices que podem comprometer a salvação da alma. Renovemos hoje o nosso amor e devoção a Maria Santíssima. Reparemos, porém, uma coisa: A devoção à Santíssima Virgem requer antes de tudo a imitação das virtudes da Mãe de Deus. Pouco adianta dizer-se devoto de Maria Santíssima quando no coração reina o espírito mundano, a vaidade, o orgulho, a impureza. O verdadeiro devoto de Maria Santíssima ama o que Ela ama: Deus e a virtude; e odeia o que Ela odeia: O pecado e tudo o que a ele conduz. Ó Maria concebida, sem pecado. Rogai por nós, que recorremos a vós.
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