terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Apresentação do Senhor


Esta festa já era celebrada em Jerusalém, no século IV. Chamava-se festa do encontro, hypapántè , em grego. Em 534, a festa estendeu-se a Constantinopla e, no tempo do Papa Sérgio, chegou a Roma e ao Ocidente. Em Roma, a festa incluía uma procissão até à Basílica de S. Maria Maior. No século X, começaram a benzer-se as velas.

José e Maria levam o Menino Jesus ao templo, oferecendo-o ao Pai. Como toda a oferta implica renúncia, a Apresentação do Senhor é já o começo do mistério do sofrimento redentor de Jesus, que atingirá o seu ponto culminante no Calvário. Maria e José unem-se à oferta do seu divino Filho estando a seu lado e colaborando, cada um a seu modo, na obra da Redenção.

Os pais de Jesus, de acordo com a lei mosaica, 40 dias depois do nascimento do primeiro filho, foram ao Templo de Jerusalém para oferecer o primogénito ao Senhor e para a mãe ser purificada. Mas este rito não foi exatamente igual aos outros. Nos ritos comuns, eram os pais que apresentavam os filhos a Deus em sinal de oferta e de pertença; neste rito é Deus que apresenta o seu Filho aos homens. Fá-lo pela boca do velho Simeão e da profetisa Ana. Simeão apresenta-O ao mundo como salvação para todos os povos, como luz que iluminará as gentes, mas também como sinal de contradição; como Aquele que revelará os pensamentos dos corações.

O encontro de Jesus com Simeão e Ana no Templo de Jerusalém é símbolo de uma realidade maior e universal: a Humanidade encontra o seu Senhor na Igreja. Malaquias preanunciava este encontro: «Eis que Eu vou enviar o meu mensageiro, a fim de que ele prepare o caminho à minha frente. E imediatamente entrará no seu santuário o Senhor, que vós procurais». No Templo, Simeão reconheceu Jesus como o Messias esperado e proclamou-o salvador e luz do mundo. Compreendeu que, doravante, o destino de cada homem se decidia pela atitude assumida perante Ele; Jesus será ruína ou salvação. Como dirá João Baptista: Ele tem na mão a joeira para separar o trigo bom da palha (cf. Mt 3, 12).

É o que acontece, a outra escala, também hoje: no novo templo de Deus que é a Igreja, os homens «encontram» Cristo, aprendem a conhecê-lo, recebem-no na Eucaristia, como Simeão o recebeu nos braços; a sua palavra torna-se, aí, para eles, luz e o seu corpo força e alimento. É a experiência que fazemos, sempre que vamos à missa. A comunhão é um verdadeiro encontro entre Deus e nós. Hoje, essa experiência é acentuada pelo simbolismo da festa: a procissão com que entramos na igreja com o sacerdote, levando a vela acesa e cantando, era, sinal deste ir ao encontro de Jesus que nos chama no interior da sua igreja, na esperança de irmos ao seu encontro um dia no Hypapante eterno, quando formos nós a ser apresentados por Ele ao Pai.

A Candelária é festa de luz. A luz da fé não nos foi dada apenas para iluminar o nosso caminho, desinteressando-nos dos outros… A luz da fé também não é para ter acesa apenas na igreja, ou em certos momentos, mas em todos os momentos e situações da nossa vida… A nossa fé há de ser luz que ilumina, fogo que aquece… É luz e fogo quem é compreensivo e bom com todos… quem sabe apoiar os pequenos esforços… os pequenos progressos… quem tem palavras de amizade, de estímulo, de apoio… quem sabe dizer uma boa palavra, dar uma ajuda… O amor cristão tem a sua origem em Deus que nos amou e nos enviou o seu Filho com quem nos encontramos em vários momentos da nossa vida, particularmente quando celebramos a Eucaristia. Esse é o nosso encontro, enquanto esperamos o encontro definitivo no Céu.


ORAÇÃO:


Ó Jesus, eis-me aqui para fazer a vossa vontade. Quero estar atento e ouvir as vossas ordens, os vossos desejos, que me chegam através da vossa Palavra, das orientações dos vossos representantes na terra, dos acontecimentos da minha vida e da vida dos meus irmãos. Uno-me à oblação generosa do vosso divino Coração. Que quereis que vos faça? Dizei-mo, pelos meus pastores, pelas vossas inspirações, pela vossa providência. Falai, Senhor, que o vosso servo escuta. Iluminai-me com a vossa luz divina e refleti-la-ei nos meus irmãos. Amém.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Eucaristia é escola de humilde serviço, diz Papa


MENSAGEM PARA O CONGRESSO 
EUCARÍSTICO INTERNACIONAL

PAPA FRANCISCO

Domingo, 31 de janeiro de 2016


Queridos irmãos e irmãs,

Saúdo a todos vocês reunidos em Cebu para o 51° Congresso Eucarístico Internacional. Agradeço ao Cardeal Bo, que é o meu representante entre vocês e dirijo uma saudação especial ao Cardeal Vidal, Arcebispo de Palma e aos bispos, sacerdotes e fieis de Cebu. Saúdo também o Cardeal Tagle e todos os católicos das Filipinas. Estou particularmente contente que este Congresso tenha reunido tantas pessoas do vasto continente asiático e de todo o mundo.

Há apenas um ano visitei as Filipinas logo após o tufão Yolanda. Pude constatar pessoalmente a profunda fé e resiliência de seu povo. Sob a proteção do Santo Niño, o povo filipino recebeu o Evangelho de Jesus Cristo há quinhentos anos. Desde então, os filipinos deram ao mundo um exemplo de fidelidade e de profunda devoção ao Senhor e à sua Igreja. Foram também um povo de missionários, que difundiu a luz do Evangelho na Ásia e até os extremos confins da terra.

O tema do Congresso Eucarístico – “Cristo em vós, a nossa esperança de glória” – é de grande atualidade. Ele nos recorda que Jesus Ressuscitado está sempre vivo e presente na sua Igreja, sobretudo na Eucaristia, Sacramento de Seu Corpo e Sangue. A presença de Cristo em meio a nós não é somente uma consolação, mas também uma promessa e um convite. É uma promessa de que uma eterna alegria e paz serão nossas, um dia, na plenitude de seu Reino. Mas é também um convite a seguir em frente como missionários, para levar a mensagem da ternura, do perdão e da misericórdia do Pai a todos os homens, mulheres e crianças.

Como o nosso mundo tem necessidade desta mensagem! Quando pensamos nos conflitos, nas injustiças e nas urgentes crises humanitárias que marcam o nosso tempo, nos damos conta do quanto é importante para cada cristão ser um verdadeiro discípulo missionário que leva a boa nova do amor redentor de Cristo a um mundo que tem tanta necessidade de reconciliação, justiça e paz.

Assim é apropriado que este Congresso tenha sido celebrado no Ano da Misericórdia, em que toda a Igreja é convidada a concentrar-se no coração do Evangelho: a Misericórdia. Somos chamados a levar o bálsamo do amor misericordioso de Deus a toda família humana, a enfaixar as feridas, levando a esperança onde tão frequentemente parece que o desespero tem a soberania.

Enquanto vocês se preparam para “ir em frente” na conclusão deste Congesso Eucarístico, existem dois gestos de Jesus durante a Última Ceia, sobre os quais vos peço para refletir. Ambos têm a ver com a dimensão missionária da Eucaristia. São a mesa da comunhão e o lava-pés. 

Pedagogia Litúrgica para o mês de Fevereiro de 2016


A misericórdia no Tempo Quaresmal

Neste mês de fevereiro, a Liturgia conclui a primeira parte do Tempo Comum num contexto tipicamente vocacional, a partir da experiência mística e espiritual de quem escuta e acolhe a Palavra de Deus. A resposta vocacional de Isaias (1L) e dos Apóstolos (E) não acontece unicamente na esfera da experiência emocional, mas principalmente pela experiência mística da transcendência divina. Ao contemplar a glória divina, Isaias e os Apóstolos se prontificam ao seguimento e à missão. Por isso, a proposta celebrativa para o 5º Domingo do Tempo Comum - C desenvolve-se num contexto vocacional, com destaque para o chamado ao discipulado a partir da escuta e do acolhimento da Palavra. Só quem ouve e acolhe a Palavra é capaz de se dispor ao seguimento, no discipulado e, igualmente ao envio missionário.
  
Quaresma no contexto do Ano Santo da Misericórdia

Concluída a primeira parte do Tempo Comum, a Liturgia conduz os celebrantes para o seu grande retiro anual, que é a Quaresma. E, como não poderia deixar de ser, a Quaresma deste ano é iluminada pela luz da misericórdia divina. Uma luz que ilumina a vida pessoal, para que sejamos misericordiosos como o Pai é misericordioso (Lc 6.36). O motivo de uma Quaresma iluminada pela misericórdia situa-se no contexto do Ano Santo da Misericórdia. Por isso, se a natureza da Quaresma tem um caráter, em si, misericordioso, o tem com mais intensidade neste tempo tão rico devido ao Ano Santo da Misericórdia.

É justo que vivamos esta Quaresma meditando e refletindo de modo mais profundo a misericórdia divina, para que também nós possamos ser misericordiosos, como o Pai é misericordioso. Por isso, a proposta celebrativa do 1º Domingo da Quaresma - C, pretende incentivar os celebrantes a crescerem na misericórdia, não só como sentimento, de quem tem dó e pena dos sofredores — embora isso seja louvável — mas como atitude de quem vence as tentações do comodismo e da “mundanização” para crescer na solidariedade, no serviço fraterno e na confiança em Deus. 

Após reabilitação, imagem de padre Cícero entra em Igreja Católica pela 1ª vez


Os católicos fiéis a padre Cícero Romão Batista, considerado santo popular no Nordeste, celebraram um dia histórico neste sábado (30) em Juazeiro do Norte: pela primeira uma imagem do padre foi autorizada a entrar dentro de um templo católico, permitido após a reabilitação da Igreja com o padre. O evento ocorreu durante a romaria das Candeias, que atrai cerca de 300 mil católicos à cidade.

Padre Cícero morreu sem conciliação com a Igreja Católica após o caso conhecido como "milagre da hóstia", no final do século XIX. Segundo a crença popular, uma hóstia dada pelo padre Cícero virou sangue na boca de uma beata. A Igreja Católica afirmou que o padre interpretou de forma equivocada a teologia bíblica e foi proibido de exercer funções eclesiásticas.

Em dezembro de 2015, o Vaticano anunciou a reconciliação de padre Cícero com a religião. Com o perdão, não há mais fatores impeditivos para que o "santo popular" do interior do interior do Ceará seja beatificado ou canonizado, segundo o chanceler da diocese do Crato, Armando Lopes Rafael. Leia o resumo da carta em que o Vaticano declara reconciliação com padre Cícero.

"Houve certo erro por parte de igreja em condenar o padre Cícero, mas com esse perdão temos uma renovação na fé que o Papa Francisco nos convidar a celebrar", diz o padre Cícero José, da paróquia de Juazeiro do Norte.


Palavra de Vida: “Qual mãe que consola os filhos, assim vou dar-vos meu consolo.” (Is 66,13).


Quem nunca viu uma criança chorar e lançar-se nos braços da mãe? Qualquer que seja a razão da preocupação, grande ou pequena, a mãe enxuga suas lágrimas, cobre-a de carinhos e pouco depois a criança volta a sorrir. Basta-lhe sentir a presença e o afeto da mãe. É isso que Deus faz conosco, comparando-se Ele mesmo a uma mãe.

É com essas palavras que Deus se dirige ao seu povo que retorna do exílio da Babilônia. Depois de ver destruídas suas próprias casas e arrasado o Templo, depois de ter sido deportado para uma terra estranha onde teve de amargar desilusões e desconforto, o povo volta à própria pátria, tendo de recomeçar tudo a partir das ruínas da destruição sofrida.

A tragédia vivida por Israel é a mesma que se repete ainda hoje para tantos povos em guerra, vítimas de atos terroristas ou de exploração desumana. Casas e ruas devastadas, marcos simbólicos da própria identidade arrasados, bens depredados, lugares de culto destruídos.

Quantas pessoas sequestradas, milhões de fugitivos, milhares que encontram a morte nos desertos ou pelas rotas do mar. Parece um apocalipse.

Essa Palavra de Vida é um convite a acreditar na ação amorosa de Deus, mesmo lá onde não se percebe a sua presença. É um anúncio de esperança. Ele está ao lado de quem sofre perseguições, injustiças, exílio. Está conosco, com a nossa família, com o nosso povo. Ele conhece a nossa dor pessoal e a dor de toda a humanidade. Ele se fez um de nós, até o ponto de morrer na cruz. Por isso Ele sabe compreender-nos e consolar-nos. Exatamente como uma mãe que toma a criança ao colo e a consola. 

Santa Brígida de Kildare


Em meio ao grande florescimento de santos irlandeses, entre os séculos IV e VIII, destaca-se essa mulher, venerada como a segunda padroeira da Irlanda, depois de são Patrício. Ela fundou o primeiro convento feminino na 'ilha dos santos', a partir do qual se originaram centenas de lendas e diversas comunidades femininas, todas inspiradas na regra ditada por essa santa, as quais enriqueceram o calendário de outros inúmeros santos.


No centro da espiritualidade de Kildare se encontra o constante apelo à misericórdia divina e à caridade para com os pobres. Com efeito, a santa aparece habitualmente representada em companhia de uma vaca, visto ser venerada como padroeira dos leiteiros e (por que não?) dos pacíficos ruminantes, fonte de precioso alimento, pois o senso prático da excelente mulher encontrara meio de saciar a fome de muitos pobres que batiam às portas do convento.

Semelhanças entre o Islamismo e o Protestantismo.


O Protestantismo e o Islamismo são dois perigos para a humanidade. Há semelhança do islamismo com o protestantismo. Muitos não sabem que o Islamismo está sempre exercendo uma influência sobre o protestantismo, e os dois têm muitas semelhanças.

No Islamismo é somente o Alcorão. No Protestantismo é somente a Bíblia.

Aos 40 anos de idade o anjo Gabriel aparece a Muhammad, ordenando que recitasse uma mensagem divina (o livro sagrado) e estas revelações continuaram por 23 anos até a morte de Muhammad no ano 632 d.C. No protestantismo as seitas surgem muitas vezes através de “revelações divinas” com doutrinas contraditórias como se Deus fosse contraditório.

A intolerância religiosa é comum no protestantismo e no islamismo.

No islamismo movidos por ódio, falso zelo, fanatismo religioso, praticam a iconoclastia, ou seja perseguição aos católicos com destruição de imagens sagradas de igrejas católicas ou não. No protestantismo, também movidos por ódio e falso zelo, muitos pastores incitam os seus fiéis a fazerem o mesmo contra a igreja Católica, como é comum se ver nas redes sociais e páginas policiais.

Em relação às imagens, é muita hipocrisia essa perseguição contra os católicos e religiões de origem africanas, haja vista que muitas igrejas evangélicas usam imagens. Fica a pergunta: por que então não se vê um protestante quebrar imagens de outras igrejas protestantes? A resposta: intolerância contra a Igreja Católica Apostólica Romana.

No islamismo, a religião é imposta aos que não são da mesma crença. Uma imposição com mortes e perseguição. No protestantismo não há diferença porque os protestantes surrupiaram sob sangue derramado, todos países ricos antes católicos. É sabido que os saqueadores sempre gananciam as coisas de maior valor de suas vítimas, nem que para isso as exterminem. Tal procedimento histórico praticado pelo protestantismo.

Há muitos outros países ricos que continuam católicos, como o Canadá, Suíça, Austrália, Itália, França, Irlanda, Bélgica, etc., que muito enganador protestante omite porque não os conseguiu surrupiar.

Todos os países ditos “protestantes e ricos”, já eram ricos e católicos antes do protestantismo ser fundado no século 16 e confiscá-los. O povo foi obrigado a “engolir” o protestantismo porque os reis e príncipes cobiçavam as terras e bens materiais doados pelos católicos à Igreja. Prova isto o fato de que as primeiras providências eram recolher ao fisco real, tudo o que da Igreja Católica poderia se converter em dinheiro. Daí veio a “riqueza” protestante. Os reais países colonizados pelos protestantes continuam pobres, miseráveis ou na semi-barbárie, são eles a África do Sul, Índia, Nigéria, Botswana, Jamaica, Bahamas, Guiana e São Vicente e Granadinas. Por que os protestantes não os enriqueceram? Os protestantes eram tão incapazes que sequer se esforçaram para evangelizar o povo destes países, parecem ter surgido apenas para implicar com a Igreja Católica. A grande Índia, por exemplo, foi abandonada por eles, e seu pobre povo continua a ser entregue aos diversos deuses pagãos. Isso sempre é omitido pelos protestantes que preferem fazer cultos arruaceiros dentro de ônibus e metrôs dos países católicos.

Vale a pena fazer um estudo sobre a inquisição protestante e esclarecer sobre a danosa e tenebrosa chegada do protestantismo ao Brasil marcado com carnificina, intolerância, vandalismo e destruição que promoveram para implantar o protestantismo.

Santa Veridiana


Veridiana nasceu em 1182, na Itália, e viveu quase toda a vida enclausurada numa minúscula cela. Pertencente a uma família nobre e rica, os Attavanti, Veridiana levou uma vida santa. Sua pessoa era tão querida que durante a vida recebeu a visita de Francisco de Assis.

Veridiana sempre utilizou a fortuna familiar em favor dos pobres. Um dos prodígios atribuídos à ela, mostra bem o tamanho de sua caridade. Consta que certa vez um dos seus tios, muito rico, deixou à seus cuidados grande parte de seus bens, que eram as colheitas de suas terras. Mesmo sendo um período de carestia, o tio nem pensava nos pobres e vendeu a colheita toda. Mas quando o comprador chegou para retirar a mercadoria nada havia no celeiro. Veridiana tinha dado tudo aos pobres.

O tio ficou furioso e ordenou a Veridiana que solucionasse o problema, já que fora a causadora dele. No dia seguinte, na hora marcada, as despensas estavam novamente cheias, e o negócio pode se concretizar. Um sinal da presença de Deus na vida da jovem italiana.

Veridiana após uma peregrinação ao túmulo de Tiago em Compostela, decidiu-se pela vida religiosa e reclusa. Para que não se afastasse da cidade, seus amigos e parentes construíram então uma pequena cela, próxima ao Oratório de Santo Antônio, onde ela viveu 34 anos de penitência e solidão. A cela possuía uma única e mínima janela, por onde ela assistia à missa e recebia suas raras visitas e refeições, também minúsculas, suficientes apenas para que não morresse de fome.

Conta-se que sua santa morte, a 01 de Fevereiro de 1242, foi anunciada pelo repicar dos sinos de Castelfiorentino, sem que ninguém os tivesse tocado. 

ORAÇÃO


Santa Veridiana, pedimos por vossa intercessão, que Deus nos dê a graça de sermos humildes e praticarmos com ardor, verdadeiros atos de caridade, engrandecendo o coração de Deus, e ajudando o próximo. Amém! Santa Veridiana rogai por nós!