quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Basílica de São Pedro profanada com exaltação de divindade pagã Pacha Mamma

O fato terrível ocorreu no dia de Nossa Senhora do Rosário, em que os católicos celebram a vitória na Batalha de Lepanto.


Na sexta-feira, 4 de outubro de 2019, o primeiro evento que marcou o início das atividades do Sínodo da Amazônia foi um ritual pagão nos jardins do Vaticano, que chocou os católicos do mundo inteiro. No mesmo dia, caiu parte do teto da Basílica de São Pedro, durante a celebração de uma missa para a ordenação de quatro novos bispos.

Durante a cerimônia sincretista, com danças, imagens pagãs estavam distribuídas no meio de um tapete em formato de mandala, dentre elas, a de Pacha Mamma, a Mãe Terra, e uma imagem fálica, de um indígena deitado sobre o tapete. Tudo isso na presença de clérigos e do próprio Francisco. A imagem fálica do ritual pagão lembra o curupira, que é um sátiro indígena, chamado por São José de Anchieta de “demônio da floresta”. E o pior é que eles fizeram aquele ritual pagão para homenagear São Francisco de Assis, no seu dia.

No domingo, na missa de abertura do Sínodo, Francisco utilizou uma expressão: “dar vida a uma fogueira”, para explicar o sentido de reacender o dom que está em nós.  Não há uma única passagem nas parábolas de Jesus em que se faça menção à fogueira (uma referência pagã). Mas, na homilia, há esta menção. Outra expressão utilizada na homilia, duas vezes, foi “prudência audaciosa”. Pois é óbvio que existe uma agenda a ser discutida e proposta pelo Sínodo, com brechas a ampliar ainda mais as fissuras no edifício católico.

Na segunda-feira, 7 de outubro, a imagem pagã de Pacha Mamma foi levada para o interior da Basílica de São Pedro, onde foi erguida numa canoa de madeira, com a presença de Francisco e os bispos sinodais, próximos ao altar, de onde saíram em procissão, atravessaram a Praça de São Pedro e se dirigiram – todos a pé – até o auditório em que se realizam os trabalhos sinodais. Francisco estava à porta do auditório quando chegou a imagem pagã.

Enfim, o sonho de Leonardo Boff se realizou. Eles chegaram lá. Há anos que ele defende o culto à Pacha Mamma. Francisco lhe é gratíssimo. Sabemos também o que está por trás: Pacha Mamma diverge da concepção cristã da Virgem Maria. Os indígenas têm instituições pré-conjugais, que anulam o valor da virgindade. Tudo isso foi muito chocante, no dia em que os católicos celebram a vitória Nossa Senhora do Rosário, pela vitória na Batalha de Lepanto. A Virgem Maria Santíssima foi ultrajada nesse dia. Em seu lugar, foi exaltada a Pacha Mamma, a Mãe Terra. Meu Deus!

É óbvio que tudo aquilo aconteceu com a anuência de Francisco, que caminhou junto com a procissão e acolheu a imagem no auditório, com os demais bispos sinodais. O fato é que o maior e o principal templo católico foi profanado. Sabemos das consequências terríveis disso!

“Portas e portões de bronze para os inimigos não conseguirem invadir, e agora o inimigo entra no ombro dos bispos”, afirmou um comentário recebido pelo WhatsApp.

O que dizer daqueles tantos cristãos e santos, que não foram poucos, que morreram mártires por não aceitarem o paganismo? “Não servirá a dois senhores!” Mas foi assim, com tais fatos, que se iniciou o Sínodo da Amazônia.


Por Hermes Rodrigues Nery,
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Fratres in Unum/ Centro Dom Bosco

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