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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Novela da Record blasfema contra a Igreja Católica: alguma surpresa?


"Apocalipse", a novela da Record que estreou na última semana, não pretende economizar nas polêmicas. Já em seu segundo capítulo, na quarta-feira, o folhetim apresentou a Igreja da Sagrada Luz, fundada pelo anticristo e sediada em Roma, numa clara referência à Igreja Católica.

A "verdadeira" missão da igreja é anunciada pelo personagem de Sergio Marone, o vilão Ricardo Montana, ao chegar a Roma: "Bem-vindo à Igreja da Sagrada Luz. São quase 1.700 anos espalhando as trevas pelo mundo. Mas, é claro, tudo muito bem elaborado para parecer divino. O engano é a minha especialidade".


Pouco depois, o personagem do ator Flávio Galvão (Stefano Nicolazi) aparece conversando com o sacerdote máximo da igreja. O "papa" fala como a instituição conseguiu manter o poder por tantos séculos graças às suas alianças com as "pessoas certas".

Ele então alerta para a importância de estreitar as relações com a poderosa família Montana. Na novela, Nicolazi será o falso profeta do Apocalipse, além de cúmplice e mentor de Ricardo Montana.

Mas... o que poderíamos nós esperar de um falso profeta? O que poderíamos dizer sobre ele, além daquilo que as suas ações já não digam –, bem melhor do que nós poderíamos –, por si próprias?

Que esperar de um homem que, como todo fiel católico pode ver tão claramente, é de fato um servidor de satanás agindo no mundo? Entendam, meus irmãos: se alguém receia dizer estas coisas, assim claramente, não é um bom cristão católico.
Que esperar de um promotor do aborto fantasiado de rabino judeu? Um homem que ensina que Deus "é obrigado" a atender os pedidos daqueles que lhe dão dinheiro? Alguém que pretendeu reerguer o Templo de Salomão e trazer de volta a Arca da Antiga Aliança, quando as Sagradas Escrituras –, que ele afirma observar –, dizem que, no tempo da Nova e Eterna Aliança em Cristo, estas coisas teriam passado e nunca mais se falaria delas (conf. Jr 3, 14-17)? Um enganador de almas que, em Nome de Cristo, prega o oposto daquilo que diz o Evangelho?

Nossa única resposta está nas perguntas retóricas feitas por Nosso Senhor: "Acaso pode, de uma mesma fonte, jorrar água potável e água salobra? É possível que uma figueira produza azeitonas, ou uma videira, figos? É possível alguém colher uvas de um espinheiro ou figos das ervas daninhas?" (Tg 3,11-12; Mt 7,16).

Edir Macedo é o que é: uma árvore podre, de frutos venenosos. Ele não pode fazer o bem, pois "as pessoas boas produzem, do bom tesouro do seu coração, o bem, mas as pessoas más produzem toda sorte de coisas ruins a partir do mal que está em seu íntimo" (Lc 6,45). Quanto pior, então, será o caso daqueles que venderam suas almas a Satanás em troca de riquezas materiais?

Não satisfeito em desviar almas para o Inferno, afastando-as do autêntico Evangelho, Macedo sempre fez questão de atacar ferozmente o Corpo de Cristo, que é a verdadeira Igreja; esta mesma Igreja que ele procura copiar nos vitrais, no nome (Igreja Católica quer dizer, exatamente, 'Igreja Universal'), nas suas falsas "novenas"... E ele não começou agora, como pensam alguns desinformados; ele fez isso desde sempre, nas suas pregações, em suas publicações, no jornal da sua falsa igreja, que é impresso e distribuído aos milhões.

O demônio odeia a Igreja Católica mais do que tudo, porque a Igreja é Cristo e Cristo é a Igreja. Edir Macedo, servo do demônio, faz o trabalho do demônio, em troca de poder e luxo. Que surpresa pode haver nisto?

Por fim, quero perguntar aos que nos pedem que conclamemos os fiéis católicos a boicotar a tal novela: será mesmo preciso pedir a um católico que não assista tal espécie de imundície? Será preciso pedir ou mover uma campanha para que os verdadeiros fiéis católicos não assistam uma emissora que blasfema desta maneira contra o Corpo de Cristo?
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Com informações: G1/ O Fiel Católico