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terça-feira, 1 de agosto de 2017

RN: Bispo "rasga" o Catecismo e diz que homossexualismo é “dom de Deus”.


Dom Antônio Carlos Cruz Santos, MSC, bispo de Caicó, Rio Grande do Norte, pede que se vença o preconceito contra as pessoas de “orientação homoafetiva” (sic), tal como se superou o existente contra os negros na período da escravidão.

O discurso do senhor bispo, proferido no último domingo, 30, por ocasião do encerramento da festa de Sant’Ana é uma extrema atitude de oportunismo, se aproveitando muitas vezes da fragilidade de fé dos fieis para tentar persuadi-los de seus pensamentos fascistas.



Formalmente, o bispo de Caicó, rasga o Catecismo da Igreja Católica, blefando dentro da Santa Missa, proferindo esta forma heresia e recebendo os aplausos da plateia infiel:

“Na perspectiva da fé quando a gente olha pra homossexualidade, a gente não pode dizer que é opção. Opção é uma coisa que livremente você escolhe e orientação ninguém escolhe. Um dia a pessoa se descobre com esta ou aquela orientação. Escolha vai ser a maneira como você vai viver a sua orientação. Se de uma forma digna, ética, ou, de uma forma promíscua. Mas promiscuidade pode-se viver em qualquer uma das orientações que se tem. Então já que não é escolha, já que não é opção, já que a organização mundial da saúde, desde a década de 90 não considera mais como doença, na perspectiva da fé, n´´os só temos uma resposta. Se não é escolha, se não é doença, na perspectiva da fé, só pode ser um dom. É dado por Deus. Dom é isso: é dado por Deus. Não tem jeito! Se não é escolha, se não é doença, é dom, é dado por Deus. Mas talvez os nossos preconceitos não consigam perceber o dom de Deus”.

Pasmem! Essa gentinha de esquerda foi infiltrada na Igreja para tentar destruí-la, para afastar as pessoas de Jesus, para fazerem o Santo Nome do Altíssimo ser blasfemado e para a Santa Igreja ser tachada de errada, retrógrada, desatualizada e conservadora.

Mas, então, a Igreja discrimina os homossexuais?

Não, a Igreja não discrimina os homossexuais. Inclusive já falamos muitas vezes, em outras matérias, aqui no blog a este respeito. A complementaridade entre homem e mulher foi querida e criada por Deus – basta abrir as primeiras páginas do livro do Gênesis para constatá-lo. Também ela, pois, não deve ser tocada. Trata-se, igualmente, de uma realidade sagrada. Por isso, a Igreja diz aos homossexuais que mudem sua conduta e comportamento. Este, porém, é um apelo que ela dirige a todos os seus filhos. A sexualidade humana, ferida pelo pecado original, tem várias tendências destruidoras, como o adultério, a pornografia, a masturbação etc. Todos os cristãos são chamados a conter a sua pulsão sexual e canalizá-la de forma produtiva no amor. Este, por sua vez, se expressa seja no celibato, seja no matrimônio aberto à vida.

Por isso, a Igreja não discrimina os homossexuais. O que ela prega a eles é o que ensina a todos os católicos, indiscriminadamente: que o exercício da sexualidade só é possível dentro do matrimônio aberto à fecundidade e à procriação, porque este é o projeto original de Deus, desde o princípio da Criação. 
O que diz o Catecismo da Igreja Católica sobre os atos homossexuais?

Os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados. São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.

Um número não negligenciável de pessoas apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. (...) Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta.

As pessoas homossexuais são chamadas à castidade" [3]. Quem tem tendência homossexual deve, pois, seguir o ensinamento de Cristo a todos: "Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz, cada dia, e siga-me" (Lc 9, 23). Só abraçando a Cruz e entregando-se por amor a Cristo, é possível caminhar para a ressurreição. – Catecismo da Igreja Católica § 2357-2359

Sobre o ocorrido, o Padre Augusto Bezerra, pronunciou-se em sua página do Facebook, dizendo:

A homossexualidade não é um dom de Deus. Afirmar isso a partir dos púlpitos da Igreja é grave erro moral contra a Sã Doutrina. Essa condição é uma acidentalidade na natureza humana não querida nem pelo homem que padece, nem por Deus.

Respeitamos profundamente o sofrimento dos homossexuais. Muitos deles tem plena consciência de que isso é uma desordem em sua natureza.


Usar os altares para renegar a Doutrina da Igreja é causar escândalo aos simples, além de desconsiderar os esforços de tantos homossexuais que lutam por uma vida de santidade a sério. Estamos muito tristes com os relatos que correm a internet.

Dom Antônio Carlos Cruz cometeu um total desrespeito aos fiéis, às Sagradas Escrituras e à própria Igreja à qual ele mesmo diz pertencer. Não é à toa que vários sites já denunciaram que por muitos fatos a conduta do bispo de Caicó, tem afastado os fieis da Igreja. 

O que me anima são as palavras de Jesus que disse que “as portas do inferno nunca prevalecerão contra a Igreja” (cf.Mt 18,19) e o Senhor nunca deixa de suscitar na Igreja santos pastores e dignos ministros que levam a Sua Palavra adiante, e sempre os está atraindo para Si, porque contra o Espírito Santo de Deus, ninguém pode! 

Nesta era, são atualíssimas as palavras do padre Dariusz Oko, docente de Teologia na Pontifícia Academia de Cracóvia, Universidade João Paulo II: “Cava-se na Igreja uma ‘homo-heresia’ apoiada numa ‘homo-mafia’, isto é, a presença em todos os níveis da hierarquia eclesiástica”.

Reze e não deixe de manifestar sua perplexidade:

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