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sábado, 22 de abril de 2017

Do jeito que o diabo gosta: Padre profana missa de primeira comunhão


Se tem uma coisa que os demônios invejam – e certamente invejam – é a criatividade pastoral da maioria dos padres brasileiros. No que concerne a falta de escrúpulos e de respeito com o que há de mais precioso, alguns sacerdotes não poupam esforços para escandalizar toda a Igreja.


O Pe. José Oslei de Souza (Diocese de Uberlândia), pároco da paróquia São Francisco das Chagas, Monte Alegre de Minas, resolveu utilizar sua criatividade e fazer uma primeira comunhão diferente. Ora, a criatividade do distinto padre é uma coisa tremenda. Sua verdadeira vocação era ser marqueteiro de circo, mas resolveu empenhar sua energia no âmbito litúrgico e pastoral.


O sacerdote resolveu criar uma cerimonia litúrgica, como dizer, aggiornata. O padre, muito piedoso, fez diante do altar uma fileira de mesas na vertical e outra na horizontal. As fileiras cruzando-se formaram uma cruz. Que tocante! A cruz poderia indicar o calvário, mas não. Esta cruz indicava o sofrimento em sentido popular mesmo. O reverendíssimo que deveria atualizar o sacrifício do calvário, mas tentou atualizar sua heterodoxia. Em vez de oferecer o cordeiro de Deus, o distinto ofereceu as cusparadas.

Se aproveitando da ignorância dos fiéis, o corajoso sacerdote distribuiu hóstias e um pequeno cálice de plástico com vinho para as crianças. Além das hóstias, o sacerdote ofereceu um pratinho para cada um por sua hóstia em cima, talvez para evitar profanação.


Os pequenos, sem compreender a atrocidade que o padre pedia, foram instruídos a realizar uma concelebração. O padre fez a vez do missal e no estilo “eu digo e vocês repetem” fez as crianças consagrarem as hóstias. Os pequenos repetiram todas as frases reservadas ao sacerdote e chegaram até a beber do vinho. Sabe lá Deus se isso foi válido.

Após tanta coragem litúrgica, o padre corajosamente excluiu a página da paróquia do Facebook e retirou o site do ar.
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Press