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quarta-feira, 19 de abril de 2017

"Baleia Azul" e o abismo da cultura da morte


Quanto mais contra a natureza, mais um ato é desordenado.

Matar um filho é mais antinatural que matar um estranho. Matar os pais é mais antinatural que matar os filhos. Matar-se a si mesmo é mais antinatural que matar os pais.

O século XX foi o século da "cultura da morte": começamos com duas guerras e o comunismo, genocídio e democídio incomparáveis; depois, começou-se a difundir o aborto (matar os filhos); em seguida, puseram-se a praticar a eutanásia (matar os pais); por fim, criaram clínicas para o suicídio assistido (matar-se a si mesmo).

Agora, o diabo deu mais um passo: está fazendo os adolescentes e jovens flertarem com o suicídio disfarçado de jogo: "A Baleia azul".

Percebem como a humanidade está correndo para o abismo? Como notava o próprio Durkheim, quando se erodem as estruturas primárias da sociedade, especialmente a família, o suicídio se torna corriqueiro, normal e, agora, lúdico! 

Como a absorção do Evangelho não se faz à margem da família, e a própria Igreja é uma estrutura primária da sociedade, uma família sobrenatural, a exclusão de Deus da sociedade laicista só produzirá estes frutos amargos e letais.

Quem dera os homens acordassem e corressem para a direção contrária: Deus, a família e a vida… — Despertai, antes que seja tarde demais!


Pe. José Eduardo