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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Podemos Julgar as ações de um irmão ou não?


Quando se fala em “JULGAR”, talvez na cabeça de muitos por ai venha o versículo "Não julguem, e vocês não serão julgados” (Mt 7,1), lembrando do princípio básico da leitura bíblica para não se chegar uma interpretação pessoal (2°Pedro 1,20) ou errônea (Jo 5,39) não podemos pegar um “trecho fora do contexto para fazer pretexto”, como acontece com muitos que só leem, ouvem e escutam o que -lhes interessam ou gostam e não os convém com a Verdade em si (Palavra de Deus_ interpretada pelo Magistério)... “Não seja feito a minha vontade, mas a Tua.” (Lc 22,21) e por isso “Os homens desprezam o conhecimento de Deus; por isso, Deus os abandonou ao sabor de uma mente INCAPAZ DE JULGAR” (Rm 1,28), portanto “não podemos nós amoldar as estruturas desse mundo... mas distinguir qual é a vontade de Deus: o que é bom, o que é agradável a ele, o que é perfeito.” (Rm 12,2).

Voltando ao “Não Julgueis...” (Mt 7,1)  entendo que devemos ler todo o capítulo para interpretar o versículo e que devemos sempre consultar a Igreja (Magistério) para ver se nossa “interpretação acerca daquele versículo” está correta ou não. Portanto, devemos Ler e Compreender todo o capítulo 7 de Mateus para entendermos que Julgar não é proibido ou errado, somente se:

-For errôneo! 

Julgarmos e medirmos como Deus (único que tem o poder de “sentenciar”) ou fazermos como os “HIPÓCRITAS” que julgam sem analisar a si próprios “... a trave que está no próprio olho” e ficam "olhando o cisco que está no olho do seu irmão...” (Mt 7,3). 

Observe bem no final do v.5 de Mt 7 que Jesus deixa claro e resumido que “primeiro tire a trave do seu próprio olho, e então você enxergará bem para tirar o cisco do olho de teu irmão”. Veja que a expressão “cisco” é a mesma coisa que “pecado” ou um “ato errado”, não resta dúvidas que ‘Deus não proibiu definitivamente julgar o erro ou pecado de seu irmão’.

“Deus ama o pecador, mas odeia o pecado.” (Jo 3,16; Rm 5,8) 

Devemos ter cuidado com a medida que iremos tomar, a não ser que essa medida seja baseada nas “Sagradas Escrituras inspiradas por Deus que é útil para ensinar, para refutar, para corrigir, para educar na Justiça.” (2°Tm 3,16) “e de tal modo fiel à Fé Verdadeira, conforme o ensinamento transmitido, que seja capaz de aconselhar segundo a Sã Doutrina e também de refutar quando a contradizem” (Tito 1,9).

Também é importante ressaltar que não julguemos um livro pela capa, em outras palavras, "Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.” (João 7, 24) e essa Justiça podemos encontrar na Palavra de Deus!

“Irmãos, se alguém for surpreendido numa falta, vós, que sois animados pelo Espírito, admoestai-o em espírito de mansidão. E tem cuidado de ti mesmo, para que não caias também em tentação! Ajudai-vos uns aos outros a carregar os vossos fardos, e deste modo cumprireis a lei de Cristo.” (Gálatas 6, 1-2).