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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Cardeal alerta ante possível “conquista islâmica da Europa”


O Arcebispo de Viena (Áustria), Cardeal Christoph Schönborn, alertou sobre uma possível “conquista islâmica da Europa”, no último dia 11 de setembro, enquanto celebrava uma Missa junto a um grupo de fiéis na Catedral local.

O Purpurado disse aos presentes que esse dia se celebrava uma vitória decisiva de uma coalizão cristã sobre o Império turco na Batalha de Viena de 1683.

“Há exatamente 333 anos Viena se salvou. Haverá agora uma terceira tentativa de uma conquista islâmica da Europa? Muitos muçulmanos pensam nisso e o esperam”, disse o Cardeal.

Estes muçulmanos, indicou o Cardeal, “dizem: ‘a Europa está no seu fim’. Mas acredito que o que devemos nos perguntar sobre a Europa é o que Moisés faz nesta leitura de hoje e o que Deus misericordioso faz pelo filho mais novo: Senhor, dá-nos outra oportunidade! Não esqueças que somos o teu povo como Moisés. Eles são teu povo, tu os salvaste, os santificaste, eles são teu povo”.

O Cardeal Schonborn disse também que a Europa “esbanjou e desperdiçou” a sua herança cristã, como o filho pródigo da parábola que Jesus relata nas Escrituras.

“O que será da Europa? ”, questionou o Cardeal antes de concluir a sua homilia com uma oração.

“Senhor, não nos abandone! Não abandone esta Europa, que gerou tantos Santos. Não nos abandone, porque nos convertemos em mornos com relação à fé. Tem misericórdia do teu povo, tem misericórdia da Europa, que está quase perdendo a sua herança cristã! ”

Ao concluir a sua oração, o Cardeal exclamou: “Tem misericórdia de nós e levanta-nos novamente, pela glória do teu nome e como uma bênção para o mundo! Amém”.

No dia 11 de setembro de 1683, o rei polonês e supremo comandante da armada da coalizão cristã, John Sobieski III, guiou 18 mil homens a cavalo contra os inimigos turcos e conseguiu vencê-los. A vitória da coalizão polonesa, austríaca, bávara e saxã, além de outras tropas, colocando um fim na expansão do Império turco na Europa.

Antes da batalha, o rei polonês, católico devoto, confiou seu reino à Virgem Maria, na devoção de Nossa Senhora de Czestochowa, muito querida de São João Paulo II.
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ACI Digital