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sábado, 30 de julho de 2016

Porta dos Fundos e companhia: o humor da intolerância e da cristofobia


Você, católico, cristão ou ao menos um homem de boa vontade, pode verificar nos tempos atuais com que frequência passamos pelo escárnio público da fé sem nenhum tipo de punição e sob a chamada “liberdade de expressão”, ou ainda “liberdade artística”.

Os mesmos que conclamam a tolerância às suas escolhas ou àqueles que se opõem aos valores cristãos, caem na hipocrisia de serem intolerantes e ridicularizarem o credo alheio. Exigem o que não praticam. Enquanto o que exigem sempre foi praticado de quem se exige.

Somente num país como o nosso ainda nada foi feito criminalmente contra essa gente.

A falsa “liberdade de expressão”

Temos sim o direito de expressar-nos, é verdade. Contudo, somos responsáveis por tudo que dizemos, reproduzimos e fazemos. Isso não anula os deveres civis nem os da lei da boa convivência.

Ora, tais artistas e produtores devem saber que infringem o código penal e que podem ser processados a qualquer momento sob o artigo da lei:

CP – Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940

Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:

Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.

Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.

A liberdade de expressão tem limite: em primeiro lugar, o bom senso e o respeito, e é exatamente disto que decorre a necessidade de leis que a delimitem devido aos excessos humanos.

A falsa “liberdade artística”

Consiste no mesmo direito constitucional da liberdade de expressão. Porém, a lei que garante um direito jamais deve se opor a uma que ordena um dever cidadão universal dentro de uma sociedade. Ou seja, um direito não é dado legalmente para anular leis vigentes e que assim permanecem. Estas mesmas leis demarcam as fronteiras desse agir sob um direito concedido que precisa ser moderado por deveres.

O que fazer?

1. A curto prazo, o que já podemos fazer é boicotar tudo o que se refere aos programas de “comédia” que satirizam a fé cristã, bem como Porta dos Fundos, Zorra Total, e companhia ilimitada. Castigá-los com o desprezo a sua dita “arte”. Pois artista vive de público. Neguemo-nos a ver, ouvir e escutar. E façamos a contra-propaganda fortalecendo a opinião pública.

2. A médio prazo, podemos promover ações judiciais contra tais produtores organizando grupos de representação ou mobilizando-se junto às instituições envolvidas nas ofensas ou aos seus parceiros na sociedade que lutam e defendem seus direitos. E se alguém pessoalmente o que quiser, por si mesmo abra uma queixa-crime.

3. A longo prazo, promover outros grupos artísticos decentes que saibam ser profissionais éticos, destacá-los em mídias sociais e na opinião pública, compartilhar com amigos trabalhos dignos de respeito.

Só achamos que não podemos até quando o fazemos de modo resoluto. Muitos cristãos se sentem minguados diante dessas forças mundanas e não aproveitam os instrumentos legais e até mesmo de sua unidade para combater esse tipo de coisa.

Em meio ao caos, devemos nos comprometer com a Glória e a honra do Nome de Deus, santificando-o e exigindo respeito, tolerância e trato digno à nossa fé milenar de modo integral, sem que seja ultrajada e vilipendiada por quem não admite como verdadeira. Coragem e profecia!


Pe. Augusto Bezerra