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domingo, 24 de julho de 2016

Dr. McHugh: “A transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento”.


Em uma publicação, reeditada no 13 de maio de 2016 – embora originalmente publicada no 12 de junho de 2014, no The Wall Street Journal o Dr. Paul R. McHugh, ex-chefe de Psiquiatria do Hospital Johns Hopkins afirmou que “os médicos que promovem a cirurgia de troca de sexo estão colaborando com a promoção de um transtorno mental”.

Para o Dr. McHugh a loucura do “transgênero” atualmente promovida pelos meios de comunicação como “a próxima fronteira dos direitos civis” é, na verdade uma doença mental e promover isso é cooperar com transtornos mentais.

O atual distinguido professor de psiquiatria do hospital de fama mundial também disse que “a transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento” assim como a sociedade também é tratada para outros transtornos mentais.

O autor de seis livros e pelos menos 125 artigos científicos explicou que a cirurgia transexual não é a solução para as pessoas que sofrem um “transtorno de suposição” – a ideia de que a sua masculinidade ou feminilidade seja diferente do que a natureza lhes atribui biologicamente.

A fim de embasar a sua opinião citou um estudo que mostrou que a taxa de suicídio entre as pessoas “transgêneros”, que se submeteram à cirurgia de troca de sexo, é 20 vezes mais alta do que a taxa de suicídio entre as pessoas normais.

Dr. McHugh destacou também estudos da Universidade de Vanderbilt e da Clínica Portman de Londres, referentes a crianças que haviam expressado sentimentos transgêneros, mas para as quais, com o tempo, o 70-80% haviam “perdido espontaneamente tais sentimentos” – dando a entender que muito dessa “transexualidade” era, de fato, influência de adultos que projetam tais sentimentos nas crianças.

“Enquanto o governo de Obama, Hollywood e os principais meios de comunicação, como a revista Times, promovem a transexualidade como normal”, como direito a ser defendido, disse o Dr. McHugh, não “estão fazendo nenhum favor, tanto para o público quanto para o transgênero, para o tratamento das suas confusões, que devem ser tratadas como um transtorno mental que merece a compreensão, o tratamento e a prevenção”.

“Esta sensação intensamente sentida de ser transgênero constitui um transtorno mental em dois aspectos. O primeiro é que a ideia de desalinhamento sexual é simplesmente equivocada – não corresponde com a realidade física. O segundo é que pode levar a resultados psicológicos sombrios”.

Trata-se, segundo o Dr. McHugh, de um transtorno semelhante ao da pessoa com anorexia extrema que se vê no espelho e pensa que está gorda.

O gênero, portanto, está só na mente, independentemente da realidade anatômica, e já levou algumas pessoas transsexuais a pressionar pela aceitação social e a afirmação da sua própria subjetiva “verdade pessoal”, escreveu o Dr. McHugh.

Como resultado, alguns estados – California, Nova Jersey e Massachusetts – aprovaram leis que proíbem os psiquiatras”, até mesmo com autorização dos pais, o esforço para restaurar os sentimentos naturais de gênero a um menor transgênero”, disse.

“É biologicamente impossível a ‘mudança de sexo’, disse McHugh. “As pessoas que se submetem à cirurgia de troca de sexo não mudam de homem a mulher, ou vice-versa. Pelo contrário, transformam-se em homens ou mulheres masculinizados ou feminilizadas, Afirmar que isso é questão dos direitos civis e fomentar a intervenção cirúrgica é, na verdade, colaborar e promover um transtorno mental”.
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ZENIT