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terça-feira, 14 de junho de 2016

Jean Wyllys replica artigo que atribui ódio aos gays a pastores evangélicos e ao Vaticano; assessoria defende Islamismo

Jean Wyllys posando de Che Guevara.

O deputado federal Jean Wyllys, vencedor de uma das edições do Big Brother Brasil – BBB , usou sua conta no Facebook para replicar o artigo escrito em espanhol“Alá não é grande, Jesus não nos ama”(tradução livre). O deputado traduziu um trecho do artigo onde se afirma que os crimes de homofobia no Brasil estão vinculados a discurso de ódio dos evangélicos e do Vaticano. 

Segundo o autor Bruno Bimbi, traduzido por Wyllys, o ódio aos gays de Omar Sadiqqui Mateen não pode ser desvinculado de sua “origem religiosa”.  Prossegue: “da mesma forma que as centenas de assassinatos homofóbicos que ocorrem a cada ano no Brasil não podem ser desvinculadas dos discursos homofóbicos dos pastores evangélicos fundamentalistas”.

Na sentença seguinte o autor traduzido por Jean Wyllys culpa o Vaticano pelo ódio aos gays. “Da mesma forma que tudo o que a minoria homossexual sofreu no mundo ocidental nos últimos séculos não pode ser desvinculado dos discursos escritos no Vaticano e repetidos por essa gigantesca rede de difusão do ódio anti gay e da repressão da sexualidade chamada Igreja católica”.

Quando um internauta questiona o deputado e ex-BBB com a frase ,”não consta que a Igreja Católica mande matar gays”, a assessoria de Jean responde defendendo o Islamismo. “O islamismo também não manda matar ninguém”. Para a assessoria do deputado, “o problema não é e nem nunca foi a fé, mas o discurso de certos líderes, que deturpam a fé para atender aos seus interesses. E disto o Brasil está cheio também”.

 
Muitos internautas questionaram o fato do deputado Jean Wyllys subscrever o Projeto de Lei 1780/2011 que determina a obrigatoriedade de inclusão no currículo oficial da rede de  ensino a temática “cultura árabe” e “tradição islâmica”. 

Trecho da justificativa do Projeto de Lei

“A iniciativa tem como escopo difundir a cultura árabe e tradição islâmica no processo de formação do estudante brasileiro, considerando que o fenômeno da intolerância e do preconceito a esta tradição, decorre pela completa distorção histórica e midiática onde insistem em catalogar esta tradição milenar como precursora do fenômeno fundamentalista”.
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