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segunda-feira, 6 de junho de 2016

GO: Padre é preso pela polícia e “privado de ordens” pela Arquidiocese, suspeito de estuprar adolescente com deficiência.




CÚRIA METROPOLITANA DE UBERABA
– NOTA DE ESCLARECIMENTO -

Diante do caso veiculado pelos meios de comunicação e que vem sendo apurado pelas autoridades legais, sobre o Padre Fabiano Gonzaga, presbítero pertencente ao nosso clero, e o seu envolvimento em um caso de abuso sexual contra um adolescente, na cidade de Caldas Novas, no estado de Goiás, a Arquidiocese de Uberaba, vem a público para manifestar, que diante do exposto aguarda a apuração dos fatos, pelas autoridades competentes.

Como Igreja, repudiamos todo tipo de violência e abuso, nos mais diferentes níveis; e sentimos as dores daqueles que sofrem, principalmente quando envolve um dos nossos representantes. Informamos, também, que o referido padre foi privado do “uso de ordens”, pelo Senhor Arcebispo, Dom Paulo Mendes Peixoto, ou seja, não tem jurisprudência para presidir ou administrar qualquer sacramento. Sendo vedado o exercício do ministério presbiteral ou qualquer outro encargo eclesiástico, por tempo indeterminado para apuração dos fatos.

Pedimos perdão por qualquer constrangimento ou dor que pudemos causar com tal fato, e esperamos que tudo seja averiguado e resolvido o mais rápido possível, para que não haja maiores constrangimentos.


Uberaba, 05 de junho de 2016.


Padre Saulo Emílio Pinheiro Moraes
Vigário Geral

ENTENDA O CASO

Conforme as investigações, o crime aconteceu em uma sauna do local. O suspeito, que vive em Frutal (MG), e a vítima, moradora de Brasília (DF), estavam na cidade a passeio. O garoto avisou a mãe do acontecido e ela acionou a polícia.

"A vítima contou em depoimento que foi impedida de sair da sauna pelo padre até que o ato terminasse. Depois, ele contou à mãe o que tinha ocorrido. A PM foi chamada e trouxe todos para a delegacia", disse ao G1 a delegada responsável pelo caso, Sabrina Leles.

O padre confirmou à polícia que encontrou o adolescente, mas disse que não praticou o crime. Mesmo assim, baseado no relato da mãe e do menino, a delegada resolveu decretar a prisão em flagrante.

A mãe do menino apresentou laudos médicos comprovando que ele sofre de retardo mental e epilepsia. Por conta disso, ele deve ser indiciado por estupro de vulnerável. Se condenado, ele pode pegar até 15 anos de prisão.
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Arquidiocese de Uberaba / G1