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domingo, 15 de novembro de 2015

Após Paris, Estado Islâmico promete atacar Roma, Washigton e Londres


Na noite de sexta-feira, 13 de novembro, cerca de três horas após os ataques que ceifaram a vida de dezenas de pessoas na capital francesa, o grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou a autoria do massacre e ameaçou fazer o mesmo em Washington, nos Estados Unidos, em Roma, na Itália e em Londres, no Reino Unido.

Os terroristas comemoraram na internet usando uma hashtag em árabe que traduzida significa 'Paris em Chamas'. Além de comemorar, o grupo avisa que os ataques foram uma 'lição' aos franceses. Nessa semana, caças do exército francês destruíram uma base de petróleo dominada pelo EI na Síria. Acredita-se que a 'lição' tenha relação com esse ocorrido e que tenha servido de represália.

Assim que o massacre começou, o presidente da França se encontrava no estádio de futebol da capital para acompanhar a partida amistosa entre a seleção da França e da Alemanha. Com as primeiras explosões o presidente foi retirado do local às presas. Imediatamente, ele mandou fechar todas as fronteiras da França, decretou estado de urgência e colocou o exército francês nas ruas.

Até o momento, sabe-se que mais de cem pessoas foram cruelmente executadas pelos terroristas. Mais centenas de outras pessoas estão feridas. Dentre os feridos encontram-se dois brasileiros, uma estudante que segundo a cônsul brasileira passa bem e um arquiteto que levou três tiros nas costas e que passa por uma cirurgia nessa madrugada. Seu estado é delicado e grave. 

Muitos moradores oferecem suas casas para acolher as pessoas que estão desamparadas nas ruas. Motoristas de algumas linhas de ônibus se arriscam em desvios para atender as pessoas nas ruas e as vitimas. Esse é o maior massacre sofrido pelo país nos últimos anos desde a grande guerra mundial.

Autoridades mundiais já se pronunciaram e sugeriram juntar forças para acabar com o Estado Islâmico. François Fillon, ex primeiro ministro disse que não tem dúvidas que 'a guerra está entre nós' e determinou que o país resistirá e que combaterão o EI juntos.
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